quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Estamos todos interconectados

Muito antes dos conceitos de redes e da Web, Martin Luther King já entendia como nossas vidas (com ou sem tecnologia) se interconectam:

"Na realidade, tudo na vida está interrelacionado. Todas as pessoas estão presas em uma teia inescapável de mutualidades, entrelaçadas em um único tecido do destino. O que quer que afete a mim diretamente afeta a todos indiretamente. Eu não posso ser o que deveria, até que você seja o que deve ser. E você nunca poderá ser o que deve, até que eu seja o que devo ser. Esta é a estrutura interligada da realidade." 

É assim para pessoas, é assim para grupos, é assim para empresas, é assim para moedas, é assim para países.. Estamos, todos, interconectados...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como anda a sua sorte?

Não tem jeito. Preparação, conhecimento e foco, além de autonomia, são fundamentais para o sucesso de um vendedor de software. Mas há um outro elemento, aleatório, que alguns têm mais do que outros: sorte.

Falar sobre sorte em trabalho parece brincadeira, mas não é. Trabalhamos com informações incompletas, em contextos às vezes não totalmente conhecidos, e a sorte pode significar os pulos que precisamos dar para chegar mais rapidamente a onde queremos chegar.

Mas ela não chega à toa. A sorte chega por quem está atento a ela, para quem está atento a espaços não tomados de oportunidades, a conexões e transformações ainda não executadas por outros. Nessas horas, deixar incubar as idéias e os pensamentos (tanto os seus, como os dos seus clientes..) pode ser a melhor atitude. A decisão sempre chega depois de um período de incubação de idéias.. e a sorte pode ser a sua causa..

A sorte porém não chega a quem reclama, a quem subestima a si e aos outros, a quem espera inativo, a quem não gosta do que faz (nem do que ele próprio é..).. A sorte gosta de sorte. Talvez seja por isso que ela prefira os que sabem reconhecê-la..

Abra o olho, abra a mente, abra a sua porta para a sorte.. Se a ela se somarem as qualidades de uma boa pessoa e de um bom profissional, mais sorte estará em seu caminho..

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A consistência é mais difícil e tão importante quanto a mudança

Muito se fala da necessidade de mudar, de inovar, de melhorar. Isso é muito necessário, sim. Mas é na consistência da aplicação da mudança, da inovação e da melhoria que está o maior desafio das empresas (e nosso!).

Por que? Por que a mudança é a decisão de um dia (ao final de uma sucessão de dias de análise, é verdade..) de poucas pessoas, enquanto que a consistência é a decisão de muitas pessoas em seguir a mudança, o processo, todos os dias. Sem consistência, o investimento feito para a mudança e o esforço da arrancada podem sofrer a erosão da inércia do dia-a-dia..

A consistência, por sua vez, já é uma consequência e reflexo direto do nível de envolvimento do líder/alto executivo no processo. Se o executivo está afastado, delegou o atingimento de resultados a outros, a consistência poderá sofrer grandes riscos. Se o executivo está presente, ativo, cobrando os resultados esperados pela mudança, acompanhando, a consistência terá grandes chances de estar a salvo.

A consistência na atuação das empresas lhes é também vital porque diminui os riscos de imprevistos e flutuações de qualidade no desenvolvimento, nas vendas e no atendimento e suporte ao cliente.

Porque não será qualquer mudança apenas que garantirá o atingimento de métricas e resultados esperados.. Será, sim, a atenção e a observação a essa usualmente subestimada "consistência"..

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Somos fios que abrem e fecham ciclos

Uma querida amiga está hoje iniciando um novo ciclo de vida. O café da manhã foi tomado entre amigos, emocional, repleto de desejos de felicidade e da certeza das nossas próprias temporalidades.

A vida de cada um de nós é repleta de ciclos, percebidos ou não. O profissional se confunde com o pessoal, e vice-versa. Temos os ciclos de crescimento, casamento, filhos, divórcio e netos que se misturam aos ciclos de faculdade, primeiros empregos, consolidação da carreira e mudança de carreira. Ou seja, quando tudo parece estável e bem fundado (casamento e consolidação da carreira), algo surge que leva à reconstrução da vida como até então a conhecíamos (divórcio e nova carreira em novo campo de conhecimento e atuação). Isso acontece com todos? Não, não com todos.. Com muitos...

O que me encanta é a coragem que os seres humanos (minha amiga, você, eu, a pessoa ao nosso lado..) têm para largar o que é conhecido e enfrentar o desconhecido. Com alegria ou com medo, ou ainda levados por circunstâncias a, b, ou c, vamos em frente. Enfrentamos as circunstâncias desconhecidas com a certeza e a esperança que vamos conseguir chegar onde queremos, ter o que queremos, viver o que queremos. Mesmo que esse "querer" mude com o tempo e nos ensine a "querer outro querer".

"Somos como fios", diz Maristela Lupe. Se somos fios, podemos estar em vários lugares, querer vários quereres, crescer em vários sentidos, começar vários ciclos, alcançar vários objetivos.. simultaneamente.. Se somos fios, podemos pensar/planejar o futuro "e" estar presentes nos vários aspectos do agora. Se somos fios, e vivemos ciclos, devemos trabalhar para bater as metas que temos "hoje" no hoje, com a consciência de que devemos fechar cada ciclo iniciado sem acumular passivos do passado...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os úteis e os não tão úteis

Profissional "A" é uma pessoa essencialmente "útil". Preocupa-se em identificar como melhor pode desempenhar suas funções e agregar valor ao conjunto do trabalho planejado e executado por sua equipe/área/empresa. É um profissional atento a horários, prazos, prioridades, níveis de qualidade. Estudou e se preparou - teóricamente e na prática - para fazer o que faz e, mesmo assim, não se contenta com o que já aprendeu. É crítico consigo mesmo e dedica-se ao trabalho e a continuar aprendendo. Ouve o cliente com atenção e com prazer, seja para aprender, seja para ajudar ao cliente a como ser um melhor cliente..

Profissional "B" é uma pessoa que não se preocupa em ser "útil". Preocupa-se em ter um cargo, uma sala ou mesa que lhe agradem, sair às 18 horas, ter 2 horas de almoço. Não prioriza, não cumpre prazos, tem certeza de que o trabalho que faz é o melhor possível. Se trabalhou numa empresa maior no passado, vive comparando a "fartura e os louros" do passado com o presente, que é continuamente criticado.. Não admite observações dos  outros. É orgulhoso. Julga-se muito importante para fazer o que faz.

Quanto mais útil o profissional é, mais ele sente que, sozinho, não é importante (mesmo que ele seja o líder e o esteio de confiança na empresa para os clientes). O profissional útil se vê como uma peça de um todo formado por motivações, funções e decisões de equipes e clientes.

O não tão útil? Esconde sua deficiência num isolamento orgulhoso, improdutivo.. e completamente dispensável...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Jure que...

Jure que não vai mais deixar que:
.. o desânimo tome o seu dia
.. os tropeços o deixem caído
.. as dúvidas o paralizem
.. os fracassos o derrotem

Jure que:
.. a emoção será sua combustão
.. a preparação será sua aliada diária
.. a realidade será sua realidade
.. o foco será seu foco

Confie que:
.. o útil prevalesce
.. o bem vence
.. o certo é certo

E, para você chegar onde você quer chegar:
.. hoje é seu ponto de partida
.. hoje é seu ponto de chegada
.. não adie: o amanhã é uma sucessão de hojes....

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sem pena....

Cliente fechou com concorrente? Um companheiro de equipe foi promovido? Você acumulou dívidas? Foi traído? Foi demitido? Perdeu alguém? Um sonho foi desfeito?

Não é fácil falar de grandes tristezas.. nem com os outros nem com nós mesmos.. Ligamos o automático e vamos na base do "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!". E tem que ser assim mesmo. "A vida é cheia de altos e baixos. Vamos em frente!", dizia minha mãe. Ela estava certa: seria uma condenação desnecessária parar no momento dos baixos.. (os altos vêem logo alí em seguida...)

Quem sofre, sofre ainda mais se tem pena de sí  próprio. Ter pena de sí próprio gera apatia, desânimo, fraqueza.. Faz-nos andar mais devagar, dormir mais (ou muito menos, para alguns..), rir menos, criar menos, produzir menos.. Pena é um sentimento tão pesado que fazemos questão de negar como sendo algo que poderíamos sentir sobre nós próprios. Nem pensar sobre isso ousamos...

Um maior cliente vai fechar com você. Você vai ser promovido. Você vai ser procurado. Você vai encontrar novas pessoas. Você vai ter e construir um novo sonho.... 
(está vendo? está logo alí...)