Pratique o que fala

É muito mais fácil falar do que fazer. É muito mais fácil pensar do que fazer. Mas as pessoas lembram de nós pelo que nós fazemos. É na prática do que falamos e pensamos que temos a chance de criar "valor" para os nossos clientes, para os nossos associados, chefes e subordinados.

O vendedor tem na capacidade de verbalização, discurso e criação de visão de futuro (a solução de um problema, necessidade ou a consecução de um objetivo do cliente) um diferencial de persuasão que ele pode usar para o bem ou para o não tão bem assim. Para o bem, se o discurso discorre sobre determinados valores e prioridades, a prática deve se alinhar a esses valores e prioridades. E, se há esse alinhamento, promessas não serão quebradas, atrasos não acontecerão sem prévio aviso em caso de imprevistos, disponibilidade de acesso será contínua, etc.

Se a prática não for consonante com a fala, a relação de confiança entre os pares (vendedor-cliente, chefe-subordinado, associado-associado) se estilhaça.. E, sem confiança, a compra e venda não se desenvolve..

É como diz Robin Sharma: "Dinheiro é a recompensa pelos riscos tomados, valor entregue e promessas mantidas."

Venda é promessa mantida...

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