A síndrome da falta de tempo

"Não tive tempo." "Estava muito ocupada." "Não deu para fazer isso."

Quantas vezes a gente ouve isso numa semana? Quantas vezes você diz isso durante uma semana?

Pára tudo. Se a gente não tomar cuidado, o tempo vai ser pouco para fazer o que é mais importante a fazer: no nosso caso, a preparação para vender, a construção da venda, a venda em sí..

Há muito tempo atrás, num dos meus primeiros projetos de consultoria, Aluísio Sotero (empresário, consultor, ex-superintendente da Sudene) me disse uma daquelas frases que ressonam e viram um norte para a vida. O que ele disse? "As pessoas realmente ocupadas têm tempo para tudo". E é assim que penso e ajo.

Se um projeto, uma atividade, um contato, o que for, é para ser feito, o tempo deve ser "criado" para que ele seja feito. Simples assim.

A definição do que é para ser feito, por sua vez, já embute as "prioridades" no nosso dia-a-dia, que, também por sua vez, são definidas em função dos nossos "valores".

As perguntas-chave para reflexão são então:
1- qual é o seu maior valor como profissional, no cargo e no trabalho que você tem hoje?
2- diretamente associada a este valor, qual é a prioridade que você está dando hoje para a preparação e o atendimento aos seus clientes reais e potenciais?

Toda vez que eu ouço alguém dizer "Não tive tempo" ou "Estava muito ocupada", o que realmente ouço é que pouca prioridade foi dada àquela atividade em discussão. Até para, se for o caso de super-dimensionamento de atividades numa só pessoa, requisitar um re-dimensionamento de pessoal para a realização dessas atividades.

Nossa fundamental prioridade, não esqueçamos, é que haja tempo e competência para um atendimento de real valor para o mercado e para os nossos clientes...

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