Os eufóricos

O CEO do Facebook reconheceu recentemente que se deixou levar pela euforia e não previu o tanto que precisaria desenvolver antes de dizer que mudaria o mundo da propaganda online com o Beacon.

Essa pressa, essa euforia, a gente ocasionalmente vê também do lado de baixo do Equador. São empresários que usam o discurso na frente para criar demanda e perdem parte da credibilidade (e negócios) na hora da execução. São executivos que não acham necessário que as suas empresas tenham disciplina para definir público-alvo, identificar necessidades, estruturar, desenvolver e bem posicionar a oferta, delegar responsabilidades internamente e tratar muito bem os clientes atuais e futuros. Não admitem discordâncias, querem tudo para ontem, parecem não aprender com questões passadas e preferem a certeza inequívoca e individual das suas próprias intuições.

Como diz J.R. Guzzo, “na hora de defender interesses concretos, fica faltando o CPF”. Na hora de pensar, estruturar e defender o que é preciso para o crescimento organizado e contínuo de uma empresa? Também...

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