Mais capacitação

Vocês estão tendo alto nível de re-trabalho, prazos não cumpridos e grande número de projetos renegociados?

Várias empresas de software no Brasil também. E talvez a causa esteja mais relacionada à necessidade de melhoria de capacitação do seu pessoal de desenvolvimento do que ao dimensionamento de seu pessoal ou à negociação de prazos com os clientes. E isso traz impactos para a nossa área: vendas..

Tenho participado de um trabalho interessante que o C.E.S.A.R.edu, o braço educacional do C.E.S.A.R, está fazendo no Recife:

O mote: Aprenda com quem faz.

A missão: Formar capital humano de classe mundial em tecnologia da informação através do método FACTS - Formação Acelerada de Capital Humano em Tecnologia de Software.

Os resultados: Os alunos estão atingindo um crescimento de desempenho de até 73% e 100% deles recomendam os programas.

O que os alunos dizem: "O Mestrado Profissional em Engenharia de Software é um mestrado "realmente" profissional. Não é um mestrado acadêmico disfarçado. É um legitimo mestrado profissional, como seu corpo docente formado por profissionais experientes e especialistas em suas áreas. O foco do mestrado é solucionar problemas "reais" do mercado." (Gustavo Alexandre, aluno do MPES 2007.2)

Considerando que temos atualmente muito mais demanda de engenheiros de software do que oferta de pessoal qualificado, a nível Brasil, um projeto assim se torna ainda mais oportuno.

Comentários

  1. Olá Aísa, tudo bem?

    Achei muito interessante seu "post" de hoje pois vem de encontro a uma das ações da minha entidade, a NEXTi (Núcleo de Ensino Pesquisa e Exploração em Tecnologia da Informação), que é um Instituto de Ciência e Tecnologia.

    Estamos tentando formar mão de obra, buscando antecipar uma carência ainda mais crônica do que a que vivemos hoje.

    No nosso caso, vejo alguns grandes desafios:
    1) Ambiente - A maioria das empresas ainda não estão preparadas, apesar de desejarem fazer parte da "classe mundial em tecnologia da informação", não priorizam ou não estão em condições financeiras para tanto;
    2) Replicadores (profissionais-professores) qualificados e disponíveis para promover o processo de qualificação no nível desejado e em prazo aceitável;
    3) "Timing" do processo de formação é grande. Para formar bons profissionais para 2013 é preciso começar este ano. Este é um processo complexo e longo, com muitas perdas (desistências) no meio do caminho. Este é um limitante que deve ser acompanhado com bastante atenção;
    4) Fontes de financiamento para o processo de capacitação: Como a formação é um processo anterior ao da produção, ou quando muito, acontece somente no início do mesmo, trata-se de um investimento, visto por muitos empresários como "despesa antecipada" que trará resultados somente no futuro. Nesse ponto o imediatismos fala mais alto e os recursos são invariavelmente canalizados para a produção e não para a formação. Logo, o financiamento desse processo terá de vir, na sua maior parte, de outras fontes.

    Não temos resposta para a maioria das questões mas ao mesmo tempo não podemos nos omitir e simplesmente deixar o tempo passar.

    Gostaria, se for possivel, que você me indicasse as pessoas responsáveis pelo processo FACTS para que possamos trocar informações sobre as nossas ações que, em sua maioria são convergentes.

    Obrigado por compartilhar de forma tão democrática a sua experiência e o seu trabalho.

    Grande abraço do seu admirador,

    Sergio Yamada
    Presidente da NEXTi - ICT
    Coordenador do APL de Software de Maringá

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  2. Olá, Sérgio!

    A pessoa a conversar é Eratóstenes Araújo (dados de contato no www.cesar.edu.br).

    Uma curiosidade: além de eu ser uma das professoras convidadas no programa de Mestrado Profissional, o cesar.edu é também meu cliente de consultoria. Estamos implantando a Engenharia de Vendas lá. Esta foi também uma possibilidade que chegamos a cogitar para o NEXTi, lembra?

    Sucesso!

    Um abraço, Aísa

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