De olho nas estatísticas

Não é à toa que há uma cultura de pesquisa e estatística nos Estados Unidos. A personalidade americana é estatística. São voltados para a eficiência, produtividade, produção máxima, custos mínimos, processos otimizados.. E essa compulsão precisa ser gerenciada, acompanhada com números. Estatísticas. De mercados, de processos, de atividades, de tempos e movimentos.

Estatísticas são a base do acompanhamento e da comparação entre o desejado e o realizado. Em quanto tempo? Quanto? Como? Quem? Por que? O estudo detalhado do que se faz leva à busca pela eficácia nas atividades empresariais, comerciais.

A compulsão é saudável se não engessar a forma do trabalho. "Quem faz" e "como faz" podem determinar "novas formas de fazer" que podem colocar por terra o "modus operandi" e, consequentemente, as estatísticas de acompanhamento do que era ou já foi feito "no formato anterior, antigo". E é bom que seja assim.

Estatísticas sugerem o olho na conformidade e na qualidade. Estamos melhorando? Ou piorando? Onde estamos em relação ao passado? E em relação aos concorrentes? Estatísticas tiram o "achismo" das análises e estabelecem comparativos que nos permitem trabalhar duramente (e não parar no meio do caminho) para atingirmos a superação dos que e do que concorre conosco. Nosso objetivo será superá-los.. de olho nas estatísticas..

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