2 destinos, várias repetições

2 profissionais estão comentando o fato que estarão sendo realocados em breve.

O primeiro diz:
-2 muito bons profissionais estarão nos substituindo aqui porque fomos realocados. Eles teem muita experiência e os clientes estarão muito bem servidos com eles. Mais até do que hoje..

O segundo se dirige a outro grupo e emenda:
- eu não sei como vai ficar o atendimento aos clientes, os horários, os produtos. Não sei de nada. Espero que o melhor aconteça para mim. Agora só me resta esperar, mas já estou falando com o concorrente B. Eles são muito organizados..

Presencio a cena à distância. Os dois são considerados bons técnicos, mas o primeiro tem uma enorme vantagem: inteligência emocional, objetividade e capacidade de olhar através dos olhos dos demais (clientes principalmente!). Não é à toa que estará sendo realocado: a empresa vai promovê-lo num futuro próximo.

Já o segundo.. É carente, amargo. A técnica perde para o ressentimento. A velada obsessão pela atenção e a incapacidade para contribuir positivamente para o bom ambiente na empresa o fazem querer gerar discórdia (vingança?) e, pior, o prendem à posição onde está. Naquela empresa ou fora dela... Sim, porque comportamentos como o dele geram ciclos e cenários que se repetem. Quantas vezes ele passará por aquilo?

Só ele não parece ver as repetições. Quisera ajudá-lo...

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