Falta de confronto leva à complexidade

Confrontar alguém é bom ou é ruim?

Em "Two steps to simplify your workday", Ron Ashkenas fala sobre a tendência à complexidade causada pela maioria das pessoas que não gosta de entrar em confronto.

Essa aversão ao confronto, o "preferir calar, sair ou deixar como está" é ruim.

Muitos preferem deixar de falar sobre o que acham que pode ser melhorado, corrigido ou evitado com receio da reação da pessoa que precisa melhorar, corrigir ou evitar algo no trabalho. Dias se passam e mais reuniões, apresentações e comunicações via e-mail vão acrescentando complexidade à simplicidade que seria almejada. Mais tempo é gasto no maior número de reuniões, mais longas são as apresentações e mais gente é envolvida nos e-mails.. No entanto, o resultado não corresponde ao esperado.

Mais complexidade não significa mais resultado. Significa, sim, mais tempo (custo?) que gastamos para entender o resultado que precisa ser gerado..

A parte curiosa? Esse disperdício começa lá no momento em que vemos a complexidade se acumulando, desnecessariamente, e decidimos não confrontar, com tato e gentileza, alguém...

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