A comunicação é fácil. Somos nós que a dificultamos?

Todos nós nos comunicamos todo o tempo. A comunicação pode ser falada ou escrita, vista ou sentida, com muitas pessoas ou apenas uma a cada vez. A comunicação pode ser fácil ou difícil, dependendo do momento e do conteúdo. Alguns são bons comunicadores, outros não são tão bons (e estes sofrem as consequências quando são mal-interpretados).

O vídeo abaixo mostra dois bebês gêmeos "se comunicando". É impossível vê-los e não dar um sorriso ou deixar de se enternecer com a beleza da infância. Mas o objetivo aqui é mostrar como eles se comunicam. Percebam que:
- a comunicação é "alternada": um fala, outro escuta e depois responde, numa intercalação de participações. Não há monólogos. O diálogo é contínuo, assegurando a participação dos dois na comunicação;
- a comunicação é "contínua": o discurso e as reações fluem rapidamente. Não há indecisões, indefinições ou espaços de tempo em silêncio;
- há "espelhamento" entre os dois, nas posturas, movimentos, gestos e tom de voz;
- há "entusiasmo" na comunicação!

Se nascemos sabendo nos comunicar.. e crescemos.. em que momento então essa capacidade de comunicação deixa de crescer e, para alguns, até regride? Em que momento surgem a timidez e o desconforto no falar e/ou no ouvir? Que causas contribuem para este momento?

É engraçado pensar que dois bebês gêmeos, bons amigos em tão tenra idade, possam nos dar um exemplo de como manter uma comunicação ótima, dentro (e apesar) das restrições do diminuto vocabulário que têm..


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=_JmA2ClUvUY

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