Já somos os Jetsons! (e os próximos 20 anos?)

Inovação, mercado, evolução.. Trabalhamos tanto com esses conceitos que é muito bom numa sexta-feira ver o quanto já inovamos, crescemos e evoluimos. 2 vídeos, um de 1988 e outro de 1993, mostram o que era completa revolução na época e o que é hoje visto como parte do nosso cotidiano...

No primeiro vídeo, numa entrevista dada em 1988, Isaac Asimov, professor universitário e escritor de ficção científica (mais aqui), traça a evolução da educação. Do tempo dos tutores individuais que as crianças tinham no passado antigo, aos professores de classes que as crianças, em conjuntos, estavam tendo no então presente, às máquinas individuais que as crianças teriam e que seriam seus próprios professores individuais (os tutores, novamente..) no futuro. Ou seja, a evolução da educação se daria da "educação de 1 para 1 para poucos", para a "educação de 1 para n para muitos", para a "educação de 1 para 1 para muitos mais (todos?) através das máquinas"!... O tutor da educação do passado seria a máquina do futuro, que permitiria aos estudantes (tanto as crianças como os adultos!) aprender o que quer que quisessem, na hora que quisessem, e em adição (ou não, no caso dos adultos) ao modelo de ida às escolas onde a interação com outros estudantes e professores se daria.



Isso já é realidade hoje? É! E como educação não termina nunca, a máquina (a Internet e os inúmeros sites disponíveis) é nosso tutor e nossa biblioteca universal pessoal, em ato contínuo e perene...

O segundo vídeo mostra uma série de comerciais da AT&T em 1993. Arrepia ver o quanto eles foram capazes de prever o nosso presente hoje, estando há quase 20 anos atrás.. Vejam abaixo.



A pergunta que fica então é: em que estaremos inovando e revolucionando, nós mesmos e nossas empresas, nos próximos 20 anos? Qual é a visão que temos e como estamos, efetivamente, nos encaminhando para ela? Em que erraremos, em que acertaremos? Quanto do que estaremos fazendo estará sendo mostrado em retrospectivas de acertos?

Comentários

  1. Podemos até criar e almejar certos objetivos em vida, mas, se tais objetivos serão concluídos com total efetividade, ou não, apenas o tempo poderá nos dizer.
    Embora considere tais perguntas um tanto quanto difíceis de responder, não considero descartável a hipótese de refletir à respeito.
    Acredito que todos deveríamos parar para pensar melhor à respeito de diversos assuntos, no entanto, a pressa tem tomado conta de nossas vidas. Temos pressa na fila de bancos, lotéricas e até mesmo mercados. Temos pressa para chegar em casa do trabalho, e vice-versa. Também temos pressa quando as horas parecem não passar, quando estamos ao lado de fora do banheiro e até mesmo nos minutos finais da partida de futebol do nosso time de coração. Temos pressa ao dirigir, ao caminhar e até mesmo ao respirar.. E acredite, por mais horrível que pareça, alguns de nós tem, em alguns momentos, pressa até mesmo em morrer para acabar de vez com alguma dor ou sofrimento qualquer, seja lá qual for seu gênero ou causa.
    Enfim, temos tanta pressa em fazer certas “coisas”, que na maioria das vezes esquecemos-nos de pensar a respeito destas. Não que isso seja bom, muito pelo contrário, eis o verdadeiro motivo pela falta - ou até mesmo falha - de reflexão da parte de alguns.

    Bom, mesmo não tendo respondido suas perguntas, gostaria que soubesse que eu fiquei muito feliz por ter encontrado tal material sobre a revolução do estudo, segundo a concepção de Isaac Asimov, cuja procedência me era desconhecida. Gostaria de poder utilizar algumas de suas questões e também parte deste material para poder organizar um WorkShop à respeito do assunto na empresa em que trabalho,será que você me permite?

    Deixo aqui, desde já, meu singelo agradecimento.


    Jonas de Campos

    ResponderExcluir
  2. Jonas, fico feliz que você tenha gostado deste post.

    Quanto ao uso de qualquer texto meu, leia o post em http://aisapereira.blogspot.com/2010/08/dar-os-devidos-creditos-nos-da-credito.html .

    Como está lá, tenho 2 condições para o uso dos meus textos:
    1- que seja claramente indicada a fonte do texto (o nome e a URL deste blog);
    2- que seja claramente indicado o meu nome como autora do texto.

    Ok? Sucesso!

    ResponderExcluir
  3. Ok! Sem problema nenhum, muito pelo contrário, fico até lisonjeado em poder citar a fonte real de tal material.
    Obrigado e que o sucesso permaneça lhe acompanhando aonde quer que vá!


    Jonas de Campos

    ResponderExcluir
  4. Ótimo Post! Parabéns!

    William
    www.alousasumiu.blogspot.com.br

    ResponderExcluir

Postar um comentário