"Não pode haver atrofia mental em quem continua a observar, a se lembrar do que observa e a buscar respostas para o eterno como e por que das coisas"

2 minutos andando por 1 rua e noto a calçada quebrada, o sinal furado por um motociclista, o motorista estacionado em local indevido. Fosse em outros tempos, o desânimo me tomaria. Não mais. Aprendi e pratico não transferir ao outro o meu estado de ânimo. Desânimo engessa, paralisa, não leva ao progresso, não contribui para a melhoria. Mais do que desanimar e criticar, observo o quanto observo, completamente presente no meu momento presente. A observação consciente, curiosa, profunda e presente não deixa passar o que acontece ao meu redor e é uma característica preciosa para todo aquele que quer propor soluções, comos e porquês para os tantos problemas que vê.

"Não pode haver atrofia mental em quem continua a observar, a se lembrar do que observa e a buscar respostas para o eterno como e por que das coisas", dizia Graham Bell.

Mais do que desanimar com o tanto a melhorar do que se vê na rua, na empresa ou em qualquer lugar, animação, coragem e impavidez nascem e crescem quando a tristeza do desânimo é substituída pelo aprendizado contínuo e o erro, estudado e dissecado, leva à solução e correção.

Sentindo, pensando, trabalhando e vivendo assim, o primeiro a ser transformado não foi o outro. Fui eu.

Será você.


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