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Mostrando postagens de Julho, 2012

O que seu cliente potencial quer/precisa hoje?

Se o cliente potencial entra em contato com a sua empresa, qual vai ser o seu próximo passo? Falar sobre você (opção 1) ou falar sobre o seu cliente (opção 2)?

Falar sobre você (opção 1) é falar sobre sua história. sobre todos os produtos e serviços do seu portfolio, sobre sua equipe, sobre sua evolução tecnológica, etc.

Falar sobre o seu cliente (opção 2) é falar sobre o seu histórico, a sua experiência e o seu conhecimento do "específico" setor econômico ao qual aquele cliente pertence, e iniciar o diagnóstico da oportunidade.

Se o cliente fez o contato com você, se ele já chegou a você antes de você a ele, é porque viu na sua empresa a possibilidade de tê-la como fornecedor. Ganhamos tempo com isso. Mas esse tempo é perdido se voltamos à opção 1, ao invés de evoluirmos imediatamente para a opção 2 depois de nos certificarmos que ele tem conhecimento das nossas histórias de referência e métricas de resultado (o que nos leva a uma pergunta importante: quão eficiente é o seu…

Excelência contagia

Nos Estados Unidos, investidores em tecnologia analisam não só o projeto/produto/serviço, mas, principalmente, as pessoas. Quem e como são as pessoas que dirigem a empresa candidata ao investimento? Que histórico têm de desenvolvimento, como são pessoalmente, e como se relacionam com os outros?

Confiança, segurança, conhecimento (tecnologia, indústria, mercado, clientes) e princípios (sim, ética) observados nos executivos em busca de financiamento são básicos para o prosseguimento do contato e a consequente avaliação do projeto/produto/serviço. A avaliação que fazem das pessoas é, portanto, o primeiro filtro crítico para a decisão de investir ou não. Projetos/produtos/serviços são feitos por pessoas e nelas se concentra a primeira fase da decisão "go / no go" (vamos / não vamos).

Uma máxima vale para investidores tanto quanto vale para sócios, chefias e associados: "tente estar sempre no meio dos excepcionais, excelência contagia" (José Olympio Pereira Neto).  Faz …

As 7 características de quem é mais feliz

Felicidade fortalece. Quando está dando tudo certo, sentimos mais força, mais liberdade para ousar e inovar, mais tranquilidade para testar e multiplicar..

Infelicidade enfraquece. Quando está dando tudo errado, parece que não há tempo suficiente para fazer o que deve ser feito. É muita pressão, ansiedade e falta de liberdade para organizar e inovar.. 

Na vida e no trabalho, felicidade e infelicidade se alternam e nos acontecem em ciclos temporários, humanos, imprevistos, quase impossíveis de serem evitados. Mas, independentemente do ciclo vivido, mais feliz é aquele que..
... tem fé no que acredita..
... tem um propósito de vida..
... enxerga e lida com os fatos, exatamente como eles são.. (necessidades e desafios, inclusive)
... percebe as oportunidades "no momento em que elas acontecem".. e não depois de passadas..
... escuta o que é dito (com ou sem palavras) à sua volta..
... entende com a razão e o coração.. ("firme nos princípios, suave nas pessoas")
... sente imensa…

Há espaço para o novo na sua mente?

Quanto mais informação se tem, melhor. Não é? Sim.

Quanto mais conhecimento acumulado, melhor. Certo? Sim.

E o que acontece quando o repositório dessa informação e conhecimento acumulados começa a ficar lento, cansado, tomado? Esvazia-se o que pode ser esvaziado, concorda? Sim..

Se é assim, porque sua mente está tão tomada e pré-ocupada/preocupada com tanta informação e conhecimento que tiram o seu foco e a sua disciplina para o que você precisa fazer "hoje"?

Uma pergunta assim - e a chegada a uma resposta para uma pergunta assim - não é trivial. Causa estranhamento, não causa? Estamos sempre armazenando informações e conhecimento para usos futuros, este é o objetivo. Um profissional com conhecimento variado/profundo é um profissional disputado. Perfeito. Mas se não esvaziarmos nossas mentes todos os dias, por alguns poucos minutos que sejam, poderemos perder espaço interno para armazenar e processar novas informações, conhecimentos e conexões que poderíamos obter, receber, c…

Não perca tempo com auto-piedade

Algumas pessoas (vendedores de software e todos) são genuinamente alegres, pacientes, inteligentes, etc. São como são, naturalmente. Não vou entrar nem no conceito do "mais" (mais alegres, mais pacientes, mais inteligentes..), porque aí correríamos o risco de ver as pessoas no formato de uma imagem comparativa ideal, quando nosso foco é como as pessoas são concretamente (e não como gostaríamos que elas fossem). Mas, não importa como sejam, o fato é que todas essas pessoas vão passar por fases de sofrimento e felicidade, perdas e vitórias, insucessos e sucessos, frustrações e alegrias nesse espaço de tempo que cada um ganha entre nascimento e morte (ou ingresso e saída da sua empresa, se pensarmos exclusivamente em trabalho..).

Lidar com felicidade, vitórias, sucessos e alegrias é fácil. Mas lidar com sofrimento, perdas, insucessos e frustrações, não. O choro (mesmo aquele onde a lágrima não cai) dói, desequilibra, tira a gente de onde temos o "direito" de estar. Si…

Não recuse, não aceite, não revide. Observe.

Quando alguém lhe compara ou lhe critica (sim, negativamente), o que você faz? Reage? Reage como? Compara e critica o comparador/crítico? Não aceita e desconsidera o que ele lhe diz? Discute? Fica emocionalmente abalado? Perde o controle? Fica quieto, sem se atrever a responder? Fica com dor de cabeça? Remói o que foi dito por algum tempo? Sofre? Desconta em outras pessoas? Procura esquecer o que ouviu?

Da próxima vez que isso acontecer com você, faça o que J.Krishnamurti nos sugeriu anos atrás: observe. Não recuse, não aceite, não revide. Apenas observe.

O que é observar uma comparação ou crítica? É não deixar que a emoção corroa essa oportunidade de avaliar se o comparador/crítico tem razão. Observe-o. Veja como ele é, pensa e o exemplo de comportamento que ele dá a quem está ao seu redor, por demonstração. Também observe-se. Veja como você está se mostrando e se portando.

Há razão para o que ele falou? Você quer e pode melhorar? Mude. Não há razão para o que ele falou? Ele precisa …

Onde está sua atenção? (o que foi feito do seu presente?)

Quando existe algum tipo de perigo, nossa atenção fica 100% focada no "agora". Se estou numa trilha estreita subindo uma montanha com um abismo ao lado, não penso em absolutamente nada além de "onde vou pisar com segurança, onde vou colocar o meu próximo passo". Numa situação assim, não há a lembrança do que aconteceu ontem, nem há a perspectiva sobre o que acontecerá amanhã.. Há somente o agora, o presente, a necessidade de fazer a melhor escolha naquele exato momento..

A grande maioria de nós perde este estado de alerta no dia-a-dia. Se não há perigo aparente, podemos e passamos a divagar entre o passado e o futuro. Estamos aqui, mas não estamos. Nossa mente alterna entre pensamentos felizes e preocupados, para trás e para a frente.. E, sem estarmos aqui, não vemos o perigo que é perder a chance de viver o presente no presente.. O presente, coitado, perdido, muitas vezes só merece nossa atenção quando vira um passado desperdiçado..

Por que isso acontece? Talvez p…

O momento do "o que estou fazendo aqui?"

Sempre há o momento do "o que estou fazendo aqui?". Ele acontece quando você muda de cidade, de empresa, de projeto, de vida, de grupos de convivência, de cargo, de função, ou de algo importante na sua rotina. Já sentiu isso? Eu já, muitas vezes.. E vou sentí-lo tantas as vezes que eu mudar. Você também. Quando decidimos fazer algo novo, quando fazemos o novo que decidimos fazer, em algum instante baterá aquele momento de dúvida, incerteza e até rejeição ao que ainda não é bem conhecido...

O que fazer? Respire. Persevere. Continue. Não volte.

O momento do "o que estou fazendo aqui?" faz parte da adaptação a uma nova situação e é preciso ser entendido como parte da mudança. Continue, não pare, não volte. Fazendo assim, este momento do "o que estou fazendo aqui?"  precederá o momento da sua virada, quando você irá ver e sentir, sem dúvida, o porquê de estar fazendo o novo que você está fazendo alí...