Postagens

Mostrando postagens de Dezembro, 2013

Os 5 caminhos para o melhor

Quisera eu ter escrito "The Five Paths to Being The Best At Anything". Genial! E, para facilitar a quem não domina o inglês, aqui vai um sumário dos 5 caminhos:

1- Trabalhe muito!  Não há como ser excelente em qualquer atividade sem estudo e prática, estudo e prática, estudo e prática! 10 mil horas, 20 mil horas, uma vida, uma parte da vida dedicada ao que queremos ser excelentes é essencial para chegarmos a este objetivo.
2- Talento natural e boa genética são fundamentais! Trabalhar milhares de horas sem ter o talento natural e a boa genética para a atividade escolhida não nos ajuda. Qual é o seu talento natural, aquilo que naturalmente, até sem esforço, você é especialmente bom fazendo? Auto-conhecimento é vital: observe-se, identifique o seu maior potencial. Reúna o seu talento natural e boa genética a milhares de horas de trabalho para chegar à sua excelência!
3- Faça parte de uma ótima equipe! Como é bom trabalhar com uma equipe altamente capacitada! Como é bom trabalha…

Os 4 conselhos para Vender Mais Software

Lembra da sua avó? Final de ano era sempre a mesma coisa: conselho, conselho e mais conselho, lembra?

Se sua avó estivesse aqui agora e pudesse lhe dar alguns conselhos sobre vendas, talvez lhe dissesse assim (sim, vamos imaginar que ela e eu somos/fomos velhas amigas :-) ):

- Não é a concorrência, menino! É o resultado para o cliente!

Ou assim:
- Não é a conta do desconto, menino! É a conta do resultado para o cliente!

Ou assim:
- Não é o produto ou serviço, menino! É o resultado do uso do produto ou serviço!

Ou ainda assim:
- Não é a especialização no produto ou serviço, menino! É a especialização no segmento do cliente!

Uma avó engenheira de vendas, imagina! Quanto tempo economizaríamos se tivéssemos tido uma avó assim! Mas vamos supor que, crianças, não entendemos o que vovó está dizendo e pedimos mais explicações. Com toda a paciência do mundo, ela então nos daria 4 conselhos para vender mais software:

1- Não é a concorrência, é o resultado para o cliente:
Ponto 1: nossa priorida…

O papel ou o que está escrito nele?

O que tem mais valor?
(   )  o papel que você tem à sua frente para escrever
(   )  o que você escreve /  pode escrever neste papel

Eu marcaria a segunda opção, e você?

Se é a segunda opção (e é assim que vê e age o engenheiro de vendas), por que o vendedor tradicional insiste em falar sobre o software (o papel) e não sobre o resultado do uso do software (tudo o que pode ser/estar escrito no papel) quando faz uma abordagem de venda?

(bem curtinha esta postagem, hein?)

Erro é revelação

Errar frustra, dói, gera dúvida. Em quem erra e em quem é atingido pelo erro.

Mas erro é também revelação. Especialmente aquele erro inesperado, que surpreende. Como pode, o que e por que isso aconteceu? Num erro assim, quem erra é duplamente atingido: é sujeito e objeto do acontecido, quase como se  tivesse sido levado a errar para aprender. Não pergunte como isso aconteceu. Aceite e agradeça o acontecido (é possível?): aquele foi um momento de revelação.
Revelaçōes não podem ser planejadas ou organizadas, parecem que acontecem de um aparente nada. Só parecem... Elas fazem parte de um mistério da vida que será entendido em algum momento do nosso futuro.
Revelaçōes podem acontecer com mais ou menos frequência para uns e para outros, mas, certamente, todos podem tê-las e compreendê-las se estiverem atentos e presentes no agora. Sim, porque elas podem estar acontecendo agora mesmo e você não as estar enxergando. 
Impaciência e estresse não nos permitem enxergar as revelaçōes. Já quem te…

O problema está em não ser visionário

O fato dos outros não verem o que você vê não significa que você não vê. Significa apenas que os outros não vêem o que você vê!

Esta é uma questão real, um fato: visionários lidam diariamente com a descrença de muitos dos que o rodeiam. Ele vê um mercado, ele vê um modelo de negócios, ele vê uma tecnologia, ele vê um produto, ele vê um serviço, que os outros não vêem. Por não verem, estes que não vêem invalidam o que os visionários vêem. A questão-chave é não se perder nessa tentativa de invalidação. O problema não está no visionário. O problema está em não ser visionário!

Porque quem não é visionário está condenado a copiar, a vir depois. Muitos assim se comportam. É muito mais fácil fazer o que outros já fizeram, desenvolver o que outros já desenvolveram, se comportar da mesma forma que outros já provaram ser a forma mais adequada, vender como tantos outros. E, interessantemente, mesmo na cópia há a chance de inovar com pequenas visões do novo. Inovações incrementais não são tão con…