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Mostrando postagens de Setembro, 2012

Você nega a sua ausência no presente?

É tanta exigência diária que, às vezes, esquecemos o mais simples no dia-a-dia: estar presente quando se está presente.

Necessário explicar? Então pergunto a você:
- quantas vezes as pessoas falam com você e você não as ouve?
- quantas vezes você se sente impaciente fazendo alguma coisa, com outras pessoas ou mesmo sozinho?
- quantas vezes você divaga em outros lugares que não seja o que você está "agora"?
- quantas vezes você se entristece, irrita ou impacienta por não estar nos outros lugares por onde você divaga?
- quantas vezes você perde prazos e passos para chegar onde quer porque pouco aceita o lugar onde "hoje" está?
- quantas vezes você nega a sua ausência no presente?

Muitas vezes? Poucas vezes? Nenhuma vez?

Estar 100% presente é estar 100% focado no contexto em que você está hoje, agora, neste momento.  É ver os fatos concretos que lhe rodeiam como eles efetivamente são, é ter foco para e na decisão do caminho que você quer seguir (e discernimento para e…

"O sábio pode ser sabiamente útil"

Discernimento é uma grande qualidade. Natural, não ensinado, é o nosso discernimento que nos faz ver o que é importante, o que não é... o que é mais importante, o que é menos importante... Com tanto a lidar e a fazer, esse escalonamento e ordem entre prioridades, entre mais e menos, entre o que fazer agora e o que pode ser deixado para depois, entre como tratar uma situação A e uma situação B, facilita em muito os nossos relacionamentos e o nosso dia-a-dia.

Aliado ao nosso conhecimento, o discernimento nos permite lidar com os previstos e os imprevistos com mais segurança. E aliado à confiança no nosso próprio eu, o discernimento nos traz a calma necessária para lidar diferentemente com censuras e perdas e aplausos e ganhos (sim, tanto com o bom quanto com o não bom..).. Resultado? Placidez em vez de irritação. Certeza do nosso compromisso com a ação em paralelo ao tempo que tudo tem, em vez do "quero porque quero, agora" dos infantis.

O discernimento, a dedicação ao estudo,…

Por que? Para que? Para quem? Por que eu?

Por que? Para que? Para quem? Por que eu? Você faz essas perguntas quando pensa no seu propósito, no seu trabalho, na sua empresa, no seu produto, no seu projeto, na sua vida?

O "por que" é a base e a razão de tudo. Por que fazemos o que fazemos? Por que temos o propósito A ou B, por que passamos centenas/milhares/milhões de horas trabalhando, por que investimos em nossas empresas, por que desenvolvemos os nossos produtos, por que, por que, por que? Um objetivo, um desejo, uma necessidade, um sonho ou um problema respondem a cada "por que" nosso. Quanto maior o por que, tanto mais dedicados estaremos.

O "para que" é o potencial que temos de transformar o "por que" em realidade. O para que é o objetivo do objetivo, o desejo do desejo, a necessidade da necessidade, o sonho do sonho, o problema do problema. Para que nos dedicamos ao por que? Onde queremos chegar com o por que?

O "para quem" é a identificação dos maiores beneficiados do qu…