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Mostrando postagens de Agosto, 2016

Em busca de novos desafios no LinkedIn?

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Basta entrar no LinkedIn para ver quanta gente boa está em momento de transição, realocação, desligamento e religamento. Entrar em depressão não vai ajudar, então sigamos. O momento é de olhar através dos olhos do outro para demonstrar os benefícios que o outro terá ao lhe contratar.

Comecemos então pelo seu cabeçalho profissional, aquele que aparece com destaque embaixo do seu nome. Muitos têm aí "em busca de novos desafios" ou algo assim. Entendido o motivo, querem deixar claro que desejam trabalhar numa nova empresa, com uma nova colocação. Só que, fazendo assim, não estão eles demonstrando os benefícios que o outro terá a eles contratar. Errando o alvo parcialmente estão.

E esta talvez seja mais uma consequência das diferenças culturais entre brasileiros e americanos. O brasileiro ressalta o cargo, a função ou responsabilidade que já teve. Já o americano ressalta o resultado, suas realizações. Coloque-se agora no lugar de um contratante potencial: qual dos dois perfis …

"Isto não importa, Ele acredita em você"

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- "Eu não acredito em Deus."

- "Isto não importa, Ele acredita em você."

Este é um diálogo entre Edmond Dantes e Abbe Faria no clássico "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas.

E acreditar ou não em Deus, no Universo, na Natureza ou no Nada não é o ponto que quero aqui fazer. O que não se pode esquecer nem em um segundo é que Ele, ela, eles, elas, divinos ou humanos que sejam, acreditam em você!

E tantas vezes esqueço disso, e é quando me pego esquecida que me lembro do que não posso esquecer.

O que me move é o que eu acredito. Mas o que me faz mover é que o Outro acredita em mim...

E assim é com você...

Cargo nenhum pode ser maior do que a pessoa

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O cargo não pode ser maior do que a pessoa. Porque, se for, o pior maior se tornará.

Confuso? Deixe-me explicar.

Quanto menor o cargo, maior o receio de perdê-lo. O profissional se mantém atento, disciplinado, sabe que outros podem substitui-lo.

Quanto maior o cargo, o receio continua, mas provado o merecimento está. Há autonomia, especialização, diminuem as alternativas para a substituição.

Bom? Mau? Depende... Mau não seria se não houvessem os prima-dona, excessivamente individualistas, egoístas, que acham que merecem mais porque ocupam o cargo que ocupam. Ou os ressentidos, carentes, que não esquecem aqueles que direta ou indiretamente o fizeram sofrer. Ou os acusadores, defensores de si mesmos, que procuram nos outros a responsabilidade por algo errado que não assumem nem veem em si...

Vaidade, carência e culpa causam ira e sofrimento, criando redes duvidosas de relações e informações. E tudo isto começa, várias vezes, porque o cargo foi maior do que a pessoa...

Porque se a pessoa…

Brasileiro tem a firmeza e a grandeza da herança de suas tantas raças...

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E tanto se repete que "brasileiro tem complexo de vira-lata", que minha voz pode ficar perdida no meio dos gritos de uma torcida olímpica altiva (vira-lata? ao contrário! autoconfiante (até demais às vezes...)!). Mas vale ultrapassar o aspecto negligenciado do vira-lata para chegarmos às características comuns que possamos ter.

Vira-latas são cães ou gatos sem raça definida. São mestiços, miscigenados, de todas as cores, tamanhos, tipos e temperamentos. Muito inteligentes e afetuosos, são dóceis, companheiros e vigilantes, talvez mais do que os demais. Por serem híbridos, são mais saudáveis e resistentes: seus genes já foram testados e provados, sobrevivem às condições precárias de alimento e abrigo nas ruas (mais aqui).

Agora vejamos nós: brasileiros são humanos sem raça definida. São mestiços, miscigenados, de todas as cores, tamanhos, tipos e temperamentos. Muito inteligentes e afetuosos, são dóceis, companheiros e vigilantes, talvez mais do que os demais. Por serem …

Foco no comprador, e não no vendedor...

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Foco no aluno, e não no professor.
Foco no paciente, e não no médico.
Foco no comprador, e não no vendedor.

E este foco, fique claro, é natural para o professor, médico ou vendedor que se coloca no lugar do aluno, paciente ou comprador.

Mas isso não quer dizer que o professor, médico ou vendedor não se exija e não defina nem discipline a relação com o aluno, paciente ou comprador. O vendedor precisa entender muito bem o comprador para entregar um melhor servir. Assim também é na relação aluno/professor e paciente/doutor.

Não concorda?

Pense então no tanto que um professor, médico ou vendedor desleixado, incompetente ou egocêntrico podem fazer de mal a um aluno, paciente ou comprador...

Vê?

Foco no aluno "e" no ensino, professor.
Foco no doente "e" na doença, médico.
Foco no comprador "e" nos seus produtos e serviços, vendedor.

PS:  Desleixados, incompetentes ou egocêntricos não veem... só depois verão o mal que fizeram a si mesmos...