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Mostrando postagens de Agosto, 2008

Fôlego para competir

Uma metodologia só tem valor se é usada, se pode ser testada e se produz resultados positivos concretos. Tem sido assim com a Engenharia de Vendas , uma metodologia que criei a partir da prática e que é específica para a venda de software. Cada e-mail e mensagem que recebo de executivos ou vendedores de software é motivo de alegria e de validação da própria metodologia. Como este, que estou lendo agora: "De acordo com a Engenharia de Vendas, deveríamos buscar um nicho de mercado e focar nossos esforços nesse nicho, apesar do nosso software atender a qualquer empresa. Meus concorrentes são genéricos e, ainda assim, líderes de mercado. De que forma eu poderia verticalizar, já que meu software atende a todos os setores?" Minha resposta: A verticalização diz respeito a como você vai abordar um novo mercado: se segmentadamente (verticalizado) ou não (genérico), independentemente do tipo da sua tecnologia (que pode ter sido desenvolvida para ser usada genericamente). O prime

Human software

"Human software". Acabei de ouvir essa (fantástica!) expressão num podcast da Harvard Business Publising. No podcast, o professor Rohit Deshpande está analisando os porquês do crescimento da Singapore Airlines, em contraste com as dificuldades que as companhias aéreas americanas estão enfrentando. O que ele fala, levo para a indústria de software: - taxa para tudo - comoditização - competição baseada unicamente em preço - uso superlativo de descontos - pressa em tudo o que é feito - falta de planejamento e senso de oportunidade - menos diferenciais - menos tempo para um melhor serviço - menos investimentos em recursos para atender melhor ao cliente - menos investimento no "software humano" A Singapore Airlines entende quem são os seus clientes: a maioria é formada por clientes corporativos que viajam para "fazer negócios" e que precisam estar bem, repousados e tranquilos para fazer bons negócios. O objetivo da empresa é, portanto, entregar executivos re

Tudo é uma questão de referência

Muito, pouco, pequeno, grande, melhor, pior. O adjetivo depende do conhecimento, experiência e paradigmas de quem fala. O grande de um pode ser o pequeno de outro. O muito de um pode ser muito pouco para outra pessoa. E por aí vai. O uso de métricas de resultado equaliza as percepções. Aumento de 100% nas vendas significa o dobro do faturamento, Redução de 50% no custo representa metade do custo reduzido. Empresas de software precisam levantar as métricas de resultado do uso do software, pré e pós implantação, para mostrar, com grande clareza, o valor dos seus produtos. De outra forma, voltamos novamente ao.. muito, pouco, pequeno, grande, melhor, pior... E à dúvida do cliente se ele está fazendo a melhor compra...

Objetivo

Objetivo é quem responde ao que é perguntado. Objetivo é quem consegue ser entendido. Objetivo é quem é seguro. Objetivo é quem usa o tempo (o dele e o dos outros, quando lidam com ele) de uma maneira ótima. Objetivo é quem usa o tempo para chegar mais longe. Objetivo é quem faz mais em menos tempo. Objetivo é quem tem objetivos. Quem define com clareza. E quem alcança com certeza.

Busca pela ineficiência?

"Ninguém é incompetente, só está no lugar errado. O trabalho do líder é saber qual é o lugar certo de cada um." Ram Charan , autor de livros, consultor e palestrante indiano, ex-professor de Harvard, segue compartilhando seu conhecimento prático e acadêmico sobre negócios. "Um líder não existe se não conseguir desenvolver as pessoas sob seu comando", prossegue ele. Absolutamente perfeito. E auto-explicativo. Então... se gerentes e diretores gastam apenas 1% do tempo treinando e orientando seus funcionários (Revista Exame, 02/07/08), poderíamos então dizer que, na prática, estaríamos diariamente fortalecendo a "anti-liderança"? Sim, porque a própria pesquisa cita que 59% do tempo de gerentes e diretores é gasto com resolução de conflitos (consequência da falta de treinamento de orientação?) e burocracia... Na busca pela eficiência, quanta ineficiência estamos nós próprios gerando?

Repente sobre o Porto Digital

Existe profissional de tecnologia criativo o suficiente para fazer um "repente"? Ah, existe! Veja o Porto Digital sob o olhar e o falar de Helio Pereira, Diretor da Fábrica de Processo .