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Mostrando postagens de Janeiro, 2007

A hortaliça que reflete a pedra

Brian Behlendorf, pioneiro no movimento de open source com o Apache, fala que software é perecível como uma folha de alface e, como tal, ou cresce ou perece. Ao contrário de uma pedra, software precisa de gente desenvolvendo, testando, corrigindo, documentando, em ato contínuo.. além do pessoal interagindo com o cliente, apresentando, vendendo, implantando, treinando, dando suporte, recebendo (e trazendo) o feedback.. regando a planta...

Talvez não alface. Nem tomate, que se espatifa com facilidade (como o software sem qualidade que o cliente, inadvertidamente, compra com base "exclusiva" no preço).. Se eu tivesse de escolher uma hortaliça como símbolo, escolheria uma cebola, onde as camadas progressivas e circulares seriam as camadas de inovação da nossa indústria, as camadas de evolução dos nossos clientes, e as camadas de conhecimento que devemos ter para mostrar - e provar - que o que fazemos é, sim, valoroso como um brilhante.

Começando do começo...

O sucesso de qualquer nova tecnologia/aplicação depende da alteração dos hábitos dos usuários. “Pessoas mudam os hábitos rapidamente quando eles têm uma forte razão para fazê-lo”, já dizia Marc Andreeseen. E gente pensando que cliente, seja o VITO ou o gerente de TI ou o usuário, é algo para se pensar, ou se lidar, só na hora da venda.. já com o produto ou serviço definido.. Ai, ai, ai.. O que estamos oferecendo como razão forte e real para eles alterarem os hábitos que eles têm hoje?

Software está mais para tomate ou para brilhante?