Postagens

Mostrando postagens de Novembro, 2015

Eu acredito no que você acredita

Imagem
"eu acredito no que você acredita"
6 palavras de comunhão, integração, reunião e completa compreensão do que o outro é e significa.
Para que um (seu cliente, parceiro, sócio, o que for) acredite no que você ou eu acredita, ele deve: 1- entender o que fazemos, o que desenvolvemos 2- entender como fazemos, como trabalhamos 3- entender o nosso propósito maior, o que defendemos, o que queremos mudar no mundo 4- ver real valor em 1, 2 e 3
Se assim é, temos que demonstrar: 1- o real valor do que desenvolvemos 2- o real valor de como trabalhamos 3- o real valor do nosso propósito
Métricas, métricas, métricas. Resposta está nas métricas de resultado, bem como na confiança e honra da nossa palavra e na consistência e qualidade do nosso trabalho e visão de presente e futuro.
Se claro estiver o caminho para o entendimento dos clientes, mais pessoas acreditarão no que acreditamos - e comunhão, integração, reunião, compreensão, confiança e relação duradoura daí crescerão.

"Não fazer" já significa um custo

Imagem
Há o custo de fazer: fazer uma compra, trabalhar num projeto, desenvolver um produto.

E há o custo do não fazer, intimamente relacionado a um adiamento ou decisão de não prosseguir com uma ideia ou alternativa.

Adicione-se a este custo do sim ou do não o sentimento do decisor em relação a perder e a ganhar. Perder o que se tem dói mais do que ganhar/adquirir o que não se tem. Se assim é, o custo de fazer "parece ser menor" se garante a continuidade de uma posição ou propriedade que o cliente não quer perder. Já o custo de não fazer parece ser menor e percebido como mais adiável se aparenta estar ligado ao que o cliente ainda não tem.

Só parece... O custo do não fazer é especialmente pernicioso para o cliente que não tem ideia do quanto está perdendo em ineficiência e para o vendedor que não sabe ou não tem como demonstrar este custo (sim, é possível demonstrar o custo do não fazer através de métricas de resultado de uso).

Tudo está ligado nas relações de causas e consequênc…

2 respostas suas que investidores querem ouvir

Imagem
Brasileiro usa muito "conceito", passa pela teoria para qualificar ou explicar a sua prática. Se fosse pragmático como o americano é, veria que a prática inovadora e bem empregada é que vira teoria. E, sim, sem querer colocar rótulos ou classificações em pessoas, estou fazendo uso de estereótipos culturais observados em anos de trabalho no Brasil e no Silicon Valley para ilustrar um momento que é definidor/transformador para empresas de software: aquele momento em que você está para fazer uma apresentação a possíveis investidores!

Sim, a qualidade desses investidores vai ser importante para o resultado daquele momento - e a interação que dali virá. O quanto os investidores podem investir? O quanto eles priorizam o problema que seu software ajuda a resolver? O quanto eles estão (até emocionalmente) envolvidos com o seu público-alvo? E com a sua região ou parque tecnológico? Será que acontecerá aquela misteriosa e imediata afinidade e admiração pessoal e profissional, parte a…

Desta vez não ele, mas outro indicado por ele

Imagem
"Não pode agora? Por favor, encaminhe este e-mail para um amigo ou um companheiro de trabalho."

Uma simples linha no final do seu e-mail / broadcasting  para clientes potenciais declarados do seu produto ou serviço poderá ajudá-lo a motivar os destinatários da sua mensagem a agirem como remetentes da mesma. Ganharão todos: você, sua empresa, os destinatários-remetentes e os destinatários finais.

Quem já confia em você e no serviço que você desempenha, se sente/sentirá bem em indicá-lo. Faz bem fazer o bem. Uma frase sua, no final do seu e-mail, poderá lembrá-lo de como fazer assim.

A ação seguinte de encaminhar o seu e-mail para um amigo ou um companheiro de trabalho caberá ao destinatário, sim, mas ele já saberá como ajudá-lo.

Comentários refletem tanto o comentado como o comentarista

Imagem
Cada um tem o seu jeito, a sua personalidade, a sua atitude diante do mundo, da vida, das relações pessoais e profissionais. Fruto da graça, do karma, signo astrológico, hereditariedade, tempo, experiências vividas e/ou de nada em particular, você é diferente dele, que é diferente dela, que é diferente de mim.

Observar e entender as características que cada um tem é uma boa prática para a convivência próxima - ou até não tão próxima assim, mas que, de alguma forma, nos impacte.

O próprio observar já exige de nós, demanda atenção. Alguns terão mais facilidade em observar e entender o outro (já se entendem?), outros não - e esta é mais uma característica que pode nos diferenciar...

Fato é que o que se fala e o que se ouve reflete tanto quem fala quanto quem é alvo do que se fala. Comentários refletem tanto o comentado como o comentarista.

Coloque 3 pessoas numa sala, as 3 com características pessoais distintas, as 3 discutindo uma decisão difícil que terão de tomar. Quando as 3 saírem …

Muito obrigada - e o sentido é exatamente este

Imagem
O agradecimento sincero é um momento de comunhão. Extrapola o ato social, a educação cordial, e revela uma vinculação. O vídeo abaixo é um registro de uma palestra de Antonio Novoa que, ao final da sua fala, a partir dos 38 minutos e 16 segundos, mostra como o nosso idioma, ao contrário de outros, exprime o nível mais profundo da gratidão. Do reconhecimento cognitivo/intelectual ("thank you", em inglês), ao dar graças ("merci" em francês ou "gracias" em espanhol), a palavra que usamos para agradecer ("obrigado", em português) tem o belo e profundo significado de continuarmos comprometidos, obrigados, vinculados uns aos outros. 

E é assim que quero a vocês neste momento agradecer. Muito obrigada, clientes, leitores, associados, mentorados, mentores, amigos de todos os grupos. Com vocês, sim, estou e sigo vinculada - e que grande força este vínculo tem...

Consenso, austeridade e previsibilidade: encontre-os, Brasil

Imagem
Quando você cantou o hino nacional pela última vez? Na Copa? Lembra dos hasteamentos da bandeira no colégio? Num auditório lotado na FIESP, por um segundo, por um minuto, ou pelo tempo daquele hino, não havia luta, partes, partidos, distância, egoísmos, egocentrismos. A voz de um era a voz do outro e as vozes unidas cantavam a pátria amada, Brasil. Por que não o cantamos mais vezes? E assim começou a quinta-feira da semana passada.

O evento? "Uma Agenda Positiva para o Brasil", promovido pela FIESP, CIESP e OCDE, com o apoio do TCU. O foco? Indústria, Governança, Investimento, Eficiência Orçamentária e Desburocratização, fatores que impactam nosso país, nossos clientes / fornecedores / parceiros / investidores e nossas vendas. Seguem os melhores momentos do que falaram ministros, empresários, economistas, especialistas e professores, brasileiros e estrangeiros.

Paulo Skarf: "Não há investimento onde não há confiança."

Ricardo Coelho:"Competitivo é poder prod…

E tudo começa com a alegria do fazer...

Imagem
E não deixe que a pressão da meta, o resultado do ano ou a dúvida sobre o futuro o faça esquecer da alegria que você efetivamente tem ao viver e fazer o seu trabalho!

É esta alegria que faz você trabalhar mais horas, atender mais clientes, motivar os outros, ser exemplo para os outros, ser mais paciente com os outros (e com você próprio...), estudar mais, ouvir mais, se testar mais, gastar mais do seu tempo para se aprimorar e fazer melhor. É esta alegria que faz você se dedicar muito mais. É esta alegria que gera aquele sorriso tímido, mas completamente feliz, quando o resultado acontece ou alguém elogia.

Lembrar mais... para esquecer menos...

Não esquecer a Alegria. Não esquecer o Propósito. Não esquecer os seus próprios dons. Não esquecer que tudo está em movimento, momento a momento. Não esquecer o cabimento, o significado e a importância do que você faz para a vida, para o trabalho e para o resultado de tantos ou alguns outros...