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Mostrando postagens de Outubro, 2017

Nada ajuda tanto uma pessoa quanto estar presente e ciente no que faz

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Pessoa 1: - Podemos falar?

Pessoa 2: - Sim. Na quarta-feira da semana que vem, às 15 horas. Bom para você?

Pessoa 1: - Hoje não posso. Pode ser amanhã pela manhã?

Como esta é uma troca de mensagens, a pessoa 2 tem agora duas opções: não responder ou responder para alguém que não lê/ouve/vê o que o outro escreve/fala/mostra.

Isso já aconteceu com você? Se já aconteceu, você se viu na posição da pessoa 1 ou da pessoa 2? Tome um tempo para lembrar...

Falar, mas não ouvir; escrever, mas não ler; e mostrar, mas não ver, são sintomas de quem não interage. Pode alguém construir uma relação, um projeto ou um negócio em conjunto sem interagir?

Não, não pode...

O experiente compositor Nelson Sargento diz que "nada prejudica mais a quem trabalha do que a presença dos que nada fazem". Verdade... Mas nem chego a tanto aqui. Neste rápido exemplo acontecido de ontem para hoje, e pensando nele, no outro, uma constatação se repete: nada prejudica tanto uma pessoa quanto não estar presente e …

Vendedor de software pergunta o "como", comprador de software quer saber o "porquê"

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Vendedor bom faz diagnóstico.

Sente-se seguro para perguntar ao cliente "como" o cliente faz isso ou aquilo.

O "como" está ligado ao produto.

No produto o vendedor foi treinado e falando de produto ele, o vendedor, se sente confortável.

Mas o novo/potencial cliente não sente nem se comporta assim. Antes do "como", o novo/potencial cliente quer saber o "porquê".

O "porquê" é o resultado do uso da compra. É o custo da não compra. É a métrica obtida por cada cliente da base de clientes do vendedor que usa o software.

Se o vendedor têm estas métricas levantadas pela sua empresa, ele tem o "porquê" que o cliente quer ouvir. Ótimo! Poderá incluir o "porquê" antes e entre os vários "como" da sua conversa ou apresentação. Assim fazem os engenheiros de vendas!

Sabendo o "porquê", o cliente novo/potencial terá disposição e interesse em ouvir o "como" do vendedor com atenção.

(de outra forma, nã…

Se há entendimento, há gratidão

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Se há entendimento, há gratidão, não há como não...

Porque o cliente poderia ter comprado de outro, em outro momento, ou ter adiado a compra.

Mas comprou de você, acreditou em você, ouviu você, entendeu o valor do seu produto ou serviço, entendeu o que ganhará pelo uso do seu produto ou serviço. Como não agradecer?

Como não ser tocado por um diálogo que finaliza com um:
- Obrigada!
- De nada! (ou "Imagina!", se em São Paulo)

Se há entendimento do bem, do serviço, da inteireza e da gentileza recebida, gratidão há.

Sem entendimento - o seu sobre ele e o dele sobre você - gratidão não haverá...

O bem que a lista de "o que não fazer" pode trazer a você

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Listas ajudam contra o esquecimento. Lista do que comprar na passagem corrida pelo supermercado, lista dos lugares a ir na sonhada viagem de férias, lista dos livros que um quer e precisa ler nos próximos meses, lista dos clientes a entrar em contato, lista das atividades a iniciar ou prosseguir, lista das prioridades de hoje, lista dos objetivos nos próximos anos... todas são exemplos do norte e da boa direção que listas pensadas e refletidas nos dão.

Listas assim respondem a "o que fazer" - e quanta objetividade e alegria pela realização elas nos trazem!

Mas há um outro tipo de lista, que poucos fazem, e que é muito importante: a lista do que "não fazer".

A "lista do que não fazer" nos libera do que seria errado, estaria equivocado, traria custos, arrependimentos e tristezas futuras. A lista do que não fazer reflete fronteiras que precisamos não esquecer. É um alerta pensado e escrito que dá força onde forte um deve estar para dizer, agir e não adiar um…

O atraso é um atraso (de atraso em atraso, atrasadas ficarão entregas... e resultados!)

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Quem relativiza, se acostuma e aceita o atraso - o seu próprio e o dos outros - não percebe o quanto o atraso é um atraso.

Sim, porque o atraso significa tempo perdido de quem não se atrasou. Que da próxima vez também atrasará para tempo perdido não mais ter. E, de atraso em atraso, atrasadas ficarão entregas... e resultados!

Atrasos se auto justificam. O atraso de um dá ao outro o "direito" (direito?) de atrasar. Atrasados todos, sentem-se menos responsáveis pelo próprio débito do atraso. Sim, porque o atraso é um débito real na conta do tempo.  O tempo de um sofre o impacto da decisão do outro. A pontualidade representa o bom impacto. O atraso representa o mau impacto.


Se a pessoa, o grupo, o departamento ou a empresa, internamente, relativiza, se acostuma e aceita o atraso, o mau impacto se entranha na dinâmica das reuniões, apresentações e encontros internos. Basta lembrar quantas vezes você esperou por alguém numa sala vazia... ou quantas vezes você ligou para chamar as…