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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Evidências vão além do discurso

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Acontece repetidamente. Não dando o exemplo, alguém diz a um outro o que este outro deve fazer. Este é o caminho mais curto para que ele (o outro) não acredite no que fala aquele que não faz o que fala.

Quem ouve procura evidências. Evidências vão além do discurso, da argumentação. Falar de foco no problema sem demonstrar foco no problema? Falar de olhar através dos olhos do cliente sem demonstrar que olha através dos olhos do cliente?

Conscientemente ou não, quem fala demonstra evidências. Gera no outro confiança quando fala e demonstra o que fala, em uníssono. Gera desconfiança quando fala o que não demonstra.

Ser o que falamos. Demonstrar o que acreditamos. Não exigir dos outros o que não temos em nós. Dar-nos conta quando o que falamos não é o que fazemos. Ver o vazio do discurso sem consistência - o nosso e o dos outros... Grandes desafios, dia após dia...

Quem trabalha mais tempo encontra mais soluções

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O tempo que se gasta trabalhando num problema é diretamente proporcional à qualidade das soluções que vamos encontrando. Quem trabalha mais tempo encontra mais soluções. Simples assim.

Sim, esta não é apenas uma questão de "tempo". Profissionais mais qualificados e focados podem chegar a soluções em menos tempo, sim. Mas a colocação não inclui comparações entre pessoas qualificadas ou não. A colocação inclui a comparação entre você e você próprio ou a comparação do profissional A com o profissional B, ambos qualificados. Quem trabalha mais tempo encontra mais soluções.

Quem trabalha muito com um foco específico (metas!) ganha no acerto e até no erro (compreender o que algo não é ajuda a entender o que é, lembra?).  O tempo que gasta é "necessário" para que o problema mergulhe na consciência e na "inconsciência". Não é à toa que os muito focados vivem momentos de "insights" ou "percepções apuradas" do que fazer! Estes momentos não são …

Compreender o que algo "não é" ajuda a entender "o que é"

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Mudar dói, assusta, congela, imobiliza. Ficar onde está, repetir o que já se sabe fazer, pensar como antes e defender-se contra um novo/desconhecido é muito mais fácil do que mudar. Será que temos medo do desconhecido ou será que temos medo do "fim" daquilo que é conhecido?

Krishnamurti afirma que é o medo do fim que nos amedronta e assim penso. Mas há vários momentos na vida em que a mudança se impõe e cabe-nos, conscientemente ou não, voluntariamente ou não, enfrentar este medo com inteligência, observando-o, estudando-o. Se necessário é aprender a conviver com o desconhecido e a fazer o que é novo, como passar pela fase de transição sem tanto sofrer?

O momento de transição ou o aprendizado do novo é mais fácil se se parte do que já se conhece. O que do antigo "não" deve ser feito no novo? Compreender o que algo "não é" ajuda a entender "o que é"...

Vamos aplicar isso na prática? Se você é executivo /profissional /vendedor de software (e todos…

São Paulo, não chegamos aqui para ficar só aqui, vamos além!

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Empresas de software de São Paulo, estamos chegando! Capacitação da Engenharia de Vendas em 18/2/16, inscreve e vai quem quer vender "mais" software! 100% dos capacitados satisfeitos, milhares de depoimentos! E sua empresa? E você?

Da epidemiologia computacional à venda: há homogeneidade na heterogeneidade

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Em tempos de zika, cresce a relevância da "epidemiologia computacional" e tirei 5 tardes do mês de janeiro para participar como ouvinte de um curso aberto de Jones Albuquerque. Grupo heterogêneo aquele: de biólogos, a cientistas, a engenheiros diversos, a 1 vendedora/capacitadora de venda de software (eu). Há beleza e ampla inteligência nas discussões de grupos de estudo/trabalho com formação/atuação múltipla assim. Cada um processa o que vê "do seu próprio ponto de vista" e pode vir a descobrir, surpreso, "homogeneidade na heterogeneidade"! Basta um olhar afiado e atento que "corte" as diferenças e "crie, recomposto," o novo, a partir de um "velho"!

A epidemiologia é a ciência básica da saúde pública e a abordagem epidemiológica implica na definição do caso, contagem, divisão e comparação. A definição do caso, por sua vez, implica em descrição, diagnose e classificação. Quando não há histórico ou estatísticas passadas, o qu…