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Mostrando postagens de Julho, 2013

Do homem inteligente ao homem energia

Como acumular energia? E como usar esse acúmulo de energia na hora em que você mais precisa dela?

Pense em você próprio como um reservatório de energia. Nesse reservatório, há momentos em que você acumula energia e há momentos em que você perde energia. Há momentos em que o nível de energia está alto e há momentos em que o nível de energia está baixo. Ou mais alto e mais baixo. E como em qualquer reservatório real, você "não" quer que o seu nível de energia fique abaixo da linha mínima para a suficiência das suas atividades. Como em qualquer reservatório real, você "precisa" que o seu nível de energia fique acima da linha mínima para a suficiência das suas atividades. Na realidade, quanto mais alto estiver o seu nível de energia, mais suficiente e capaz você estará para exercer as suas atividades.

Se assim é, estaremos então evoluindo do "homo sapiens" para o "homo energia". Se assim é, do homem inteligente, não tão inteligente o tempo todo, pod…

O véu do viés da confirmação

"Sabia! Bem que pensei / disse... "...

Já ouviu falar de "confirmation bias" ou "viés de confirmação"? É uma clássica reação psicológica que temos ao sermos "apenas sensibilizados pela informação que pareça confirmar nossas crenças ou hipóteses, ignorando outras evidências..". Você já sentiu isso, eu também. Se não nos damos conta desse viés, decisões erradas são tomadas.

Crença ou hipótese não são certezas, são sujeitas à confirmação. Se as usamos como filtro para as nossas decisões, qual será a qualidade dessas decisões?

O Valor Econômico de 17/7/13 trouxe um inteligente artigo de Francisco Lopes sobre esse viés de confirmação aplicado à economia brasileira. Será possível que um pessimismo obsessivo esteja nos liderando?

Sim, porque o mesmo jornal trouxe ontem, 18/7/13, a notícia de que a venda das licenças de software da SAP cresceram 107% no nosso país neste segundo trimestre. Crescimento de três digítos em grande base de clientes quebraria …

De que adianta a sua meta se você não está 100% nela?

De que adianta a sua meta se você não está 100% nela?

Ok, tenho sua atenção agora? Então continue comigo e responda:
- quantas metas de trabalho você tem?
- que metas são prioritárias?
- qual é a base de prioridade para essas metas?
- você concorda com essas metas? ou se considera "injustiçado"?
- o quanto você "realmente" se esforça para batê-las?

É simples. Você pode ter a pressão para bater uma ou várias metas que for, mas se realmente não estiver 100% presente nelas, suas metas não estarão importando..  (e engana-se quem pensar o contrário... você mesmo, talvez?)..

Então.. se é assim.. o que é estar 100% presente nas suas metas?
- é estar focado em encontrar problemas prioritários e soluções úteis em 100% do seu tempo de trabalho
- é estar 100% atento ao que lhe cerca: empresas, associados, clientes, contextos
- é contribuir na definição das suas próprias metas
- é entender perfeitamente as suas metas
- é acreditar na adequabilidade das suas metas, ainda difíce…

Menos "ou" e mais "e" ?

Vivemos num mundo de "ou". Estamos constantemente fazendo escolhas, optando por uma alternativa.. empresa A ou empresa B, produto A ou produto B, profissional A ou profissional B, projeto A ou projeto B, etc..

E se começássemos a olhar a nossa realidade com um "e", ao invés de "ou"? Empresa A e empresa B, produto A e produto B, profissional A e profissional B, projeto A e projeto B: em conjunto, poderiam as opções se tornarem "a" alternativa?

Se você já está pensando num "não", não reaja. Integração em vez de opção, adição em vez de subtração, vê? Imagine se e como isso seria possível no seu mundo de trabalho.. e o que isso traria de mudança para você.. e para os seus clientes..

O que é mais fácil para os clientes?

Numa abordagem de um vendedor de software, o que é mais fácil para o cliente?
(  ) confiar?
(  ) decidir?
(  ) pensar?
(  ) ver/ouvir?

Você acha que é confiar? Você aborda o cliente já pedindo a confiança dele para o que você fala? Demonstra o que fala ou simplesmente pede/espera a confiança do cliente? E o cliente, confia no que é falado mesmo quando não há demonstração?

Você acha que é decidir? Você aborda o cliente já esperando que ele decida? Demonstra o que fala ou simplesmente pede/espera a decisão do cliente? E o cliente, decide?

Você acha que é pensar? Você aborda o cliente já contando que ele faça suas próprias induções e reconheça o valor (o resultado do uso) do seu software? Demonstra o que fala ou simplesmente espera que o cliente chegue às suas próprias conclusões? E o cliente, é capaz de pensar, reconhecer valor, comparar e concluir sobre o seu software?

Você acha que é ver/ouvir? Você aborda o cliente simplesmente contando que ele veja e ouça o que você mostra e fala? C…