Lenine diz que "amor é pra quem ama". Tíítulo de uma das canções do novo álbum "Chão", esta frase é uma grande verdade - e não é genial traduzir isso com 5 palavras enquanto outros precisariam de 50, 500 ou 5..000 para dizer a mesma coisa?
Se é assim, e é, podemos também usar da mesma concretez e lógica para dizer que vender é para quem vende. Vender é para quem entende o que e como ajudar o cliente a comprar. Vender é para quem entende que tipo de público-alvo vai mais precisar e se beneficiar do que nós vendemos. Vender é para quem consegue demonstrar o valor e a utilidade do que vende para quem mais precisa e pode se beneficiar daquilo que vendemos.
Vender é também para quem vê o curto e o longo prazo. Quem não deixa seu processo de venda engargalar, quem se prepara, quem tem paixão pelo que faz mesmo consciente das dificuldades que possa ter no presente ou vir a ter no futuro.
Vender é para quem enxerga que a venda é um fim mas é também um meio. Vendendo, atingimos nosso objetivo de fechar com o cliente. Mas é também vendendo sucessivamente que conseguimos um meio de ajudar os setores que atendemos a crescer, a se fortalecer. Sem a nossa venda, eles não seriam tão produtivos.Sem a nossa ajuda, eles não conseguiriam ver o valor do que vendemos. Sem a nossa ajuda, eles poderiam não ter o valor que eles terão no futuro..
Vender software é também assumir o propósito grandioso de realmente contribuir para o crescimento produtivo dos setores econômicos a quem atendemos e prestamos serviços. E acompanhando esse crescimento cliente a cliente, levantando as métricas de resultado que cada cliente passa a ter pós-implantação, podemos ter a certeza de que vender, sim, é para nós!
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Aja como a água, que flui para os vazios e os preenche
Essa semana viví uma situação única. Já tinha lido todos os livros e periódicos da minha biblioteca e os novos livros pedidos na Amazon ainda não haviam chegado. Voo cedinho na quinta-feira e nada para ler? Decididamente, não.. Passei na livraria do aeroporto e comprei logo 3, incluindo um que já tinha lido há muito tempo, "A arte da Guerra" de Sun Tzu, desta vez no formato dos seus 13 capítulos originais.
É fato que a leitura de um mesmo livro é entendida de forma diferente dependendo do momento de vida e maturidade em que o leitor se encontra. Mais uma vez, ví isso acontecendo. Um livro que já tinha lido 2 vezes há muito tempo tomou nova roupagem e novas aplicações nesta vez que o lí. E segue o que mais me chamou a atenção desta vez:
1- Nossas palavras de orientação devem ser claras, detalhadas, compreensíveis e traduzidas em ações. É nossa obrigação não deixar dúvidas, conhecer, demonstrar e decompor o processo passo a passo para que não haja indecisões pela equipe sobre como trabalhá-lo e recompô-lo - e já que à equipe caberá a responsabilidade de agir diariamente de acordo com as instruções passadas;
2- Conheça muito bem a si mesmo e a seus oponentes. "A vitória virá de tirar vantagem das ações [ou falta de ação] dos oponentes. O ideal é vencer a resistência do inimigo sem combater. Vencerá aquele que souber quando lutar e quando não lutar";
3- Aja como a água, que flui para os vazios e os preenche. Evite grandes obstáculos, crie seu próprio caminho, já que "um exército poderá percorrer grandes distâncias sem se extenuar se marchar por um território em que o inimigo não está";
4- Evite defeitos pessoais como a imprudência, a covardia e o temperamento impetuoso;
5- "Idéias comuns e identificação unem as pessoas em uma equipe coesa e produtiva". Isso inclui moral, ética e a instituição clara de sinais. Para isso, preste atenção a todos os sinais na sua equipe, positivos e negativos. Se sua equipe sussurra em pequenos grupos, ela pode estar descontente com a sua liderança;
6- Confiança e disciplina são os dois lados de uma equipe coesa. Mas há uma exigência básica: toda a equipe deve ser bem preparada. Se não for assim, "quando os soldados comuns forem muito fortes e seus oficiais muito fracos, o resultado será insubordinação; e quando os oficiais forem muito fortes e os soldados comuns muito fracos, o resultado será o colapso"....
É fato que a leitura de um mesmo livro é entendida de forma diferente dependendo do momento de vida e maturidade em que o leitor se encontra. Mais uma vez, ví isso acontecendo. Um livro que já tinha lido 2 vezes há muito tempo tomou nova roupagem e novas aplicações nesta vez que o lí. E segue o que mais me chamou a atenção desta vez:
1- Nossas palavras de orientação devem ser claras, detalhadas, compreensíveis e traduzidas em ações. É nossa obrigação não deixar dúvidas, conhecer, demonstrar e decompor o processo passo a passo para que não haja indecisões pela equipe sobre como trabalhá-lo e recompô-lo - e já que à equipe caberá a responsabilidade de agir diariamente de acordo com as instruções passadas;
2- Conheça muito bem a si mesmo e a seus oponentes. "A vitória virá de tirar vantagem das ações [ou falta de ação] dos oponentes. O ideal é vencer a resistência do inimigo sem combater. Vencerá aquele que souber quando lutar e quando não lutar";
3- Aja como a água, que flui para os vazios e os preenche. Evite grandes obstáculos, crie seu próprio caminho, já que "um exército poderá percorrer grandes distâncias sem se extenuar se marchar por um território em que o inimigo não está";
4- Evite defeitos pessoais como a imprudência, a covardia e o temperamento impetuoso;
5- "Idéias comuns e identificação unem as pessoas em uma equipe coesa e produtiva". Isso inclui moral, ética e a instituição clara de sinais. Para isso, preste atenção a todos os sinais na sua equipe, positivos e negativos. Se sua equipe sussurra em pequenos grupos, ela pode estar descontente com a sua liderança;
6- Confiança e disciplina são os dois lados de uma equipe coesa. Mas há uma exigência básica: toda a equipe deve ser bem preparada. Se não for assim, "quando os soldados comuns forem muito fortes e seus oficiais muito fracos, o resultado será insubordinação; e quando os oficiais forem muito fortes e os soldados comuns muito fracos, o resultado será o colapso"....
| Já viveu isso? |
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Quem você é define como os demais se relacionam com você
Se você tem dificuldade em se auto-definir, comece a reparar em como as pessoas lidam com você. Como elas lhe tratam? Fazem perguntas a você? Ouvem o que você fala? Confiam no que você diz?
E por que fazem assim?
A expectativa que as pessoas têm de nós determina como nos tratarão. Observe. E se auto-observe. Preste atenção no seu relacionamento com os diversos grupos com quem tem contato. E no relacionamento desses grupos com você. Qual é o seu papel em cada um deles?
O que somos é o ponto de partida. Sérios, extrovertidos, confiáveis, egoístas, executores, sonhadores, nossas características pessoais são a base do papel que assumimos. Mas quanto mais conhecermos cada uma das pessoas com quem nos relacionamos (família, associados, clientes, etc.), e nos preocupamos genuinamente com cada uma delas, mais sólido será este papel.
Menos prepotência e dependência exclusiva de cargos/posições, mais autenticidade, fidelidade à realidade e compartilhamento de conhecimento e experiência. Não é isso que buscamos nos outros - e que os outros buscam em nós?
E por que fazem assim?
A expectativa que as pessoas têm de nós determina como nos tratarão. Observe. E se auto-observe. Preste atenção no seu relacionamento com os diversos grupos com quem tem contato. E no relacionamento desses grupos com você. Qual é o seu papel em cada um deles?
O que somos é o ponto de partida. Sérios, extrovertidos, confiáveis, egoístas, executores, sonhadores, nossas características pessoais são a base do papel que assumimos. Mas quanto mais conhecermos cada uma das pessoas com quem nos relacionamos (família, associados, clientes, etc.), e nos preocupamos genuinamente com cada uma delas, mais sólido será este papel.
Menos prepotência e dependência exclusiva de cargos/posições, mais autenticidade, fidelidade à realidade e compartilhamento de conhecimento e experiência. Não é isso que buscamos nos outros - e que os outros buscam em nós?
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Muita gente lhe dizendo o que fazer?
4 pessoas num carro e todas falando ao motorista por onde ir. Detalhe: nenhuma tinha um mapa na mão nem conhecia o caminho para o destino. Nem mesmo o motorista..
Esta foi uma situação inusitada que passei na semana passada. Como um motorista, responsável pelo transporte, pode desconhecer o seu trajeto, não sei. Algo inimaginável.. Mas foi o que aconteceu. O motorista contratado não sabia nem chegar no destino final nem sair de lá para voltar ao ponto de partida. Antecipássemos isso, teríamos nos precavido (Google Maps impresso!), já que não havia acesso à Internet na estrada em que estávamos...
Se há tempo, com bom humor e paciência tudo se resolve (os mal humorados e impacientes sofrem mais..) e, depois de várias tentativas, chegamos e voltamos. Mas os palpites e erros de percurso me fizeram lembrar de algumas situações empresariais. A mais direta analogia? Se muita gente lhe diz o que fazer, provavelmente você não está mostrando que sabe o seu caminho.
"Como? Como posso ser o responsável por tanta gente querer se meter em como trabalho e o que faço?", você pode pensar. Lembra do motorista desta minha viagem na semana passada? Tivesse ele sabido do caminho para o nosso destino e retorno, ele não teria ouvido tantos palpites e orientações (certas e erradas...) de quem ele estava transportando. Tivesse ele sabido como chegar onde queríamos chegar, nossa viagem teria sido muito mais tranquila e teríamos tratado de outros assuntos. Mas tal não aconteceu. Vendo que também ele estava perdido, naturalmente todos tentaram ajudar, esquecendo que a competência deveria ser dele. Mas até ele tinha esquecido disso (onde estava a preparação? onde estava o mapa da viagem?)...
Antes de se incomodar com os palpites dos outros, observe-se. Como você está conduzindo "o seu trajeto"? Está preparado? Sabe como chegar onde quer chegar e o que precisa fazer para concluir seu propósito? Se sim, ótimo, quem está à sua volta poderá confiar em você. Se não, fique certo que os palpites dos outros não cessarão. Só cessarão quando finalmente você enxergar que você é responsável pelo seu trajeto/atividade/carreira/sucesso e que você não está sozinho neste caminho. Outros estão com você no mesmo carro/projeto/departamento/empresa/associação, querendo chegar nos seus destinos.
Se você demonstrar que sabe o seu trajeto, eles não precisarão lhe dizer o que fazer, concorda?
Esta foi uma situação inusitada que passei na semana passada. Como um motorista, responsável pelo transporte, pode desconhecer o seu trajeto, não sei. Algo inimaginável.. Mas foi o que aconteceu. O motorista contratado não sabia nem chegar no destino final nem sair de lá para voltar ao ponto de partida. Antecipássemos isso, teríamos nos precavido (Google Maps impresso!), já que não havia acesso à Internet na estrada em que estávamos...
Se há tempo, com bom humor e paciência tudo se resolve (os mal humorados e impacientes sofrem mais..) e, depois de várias tentativas, chegamos e voltamos. Mas os palpites e erros de percurso me fizeram lembrar de algumas situações empresariais. A mais direta analogia? Se muita gente lhe diz o que fazer, provavelmente você não está mostrando que sabe o seu caminho.
"Como? Como posso ser o responsável por tanta gente querer se meter em como trabalho e o que faço?", você pode pensar. Lembra do motorista desta minha viagem na semana passada? Tivesse ele sabido do caminho para o nosso destino e retorno, ele não teria ouvido tantos palpites e orientações (certas e erradas...) de quem ele estava transportando. Tivesse ele sabido como chegar onde queríamos chegar, nossa viagem teria sido muito mais tranquila e teríamos tratado de outros assuntos. Mas tal não aconteceu. Vendo que também ele estava perdido, naturalmente todos tentaram ajudar, esquecendo que a competência deveria ser dele. Mas até ele tinha esquecido disso (onde estava a preparação? onde estava o mapa da viagem?)...
Antes de se incomodar com os palpites dos outros, observe-se. Como você está conduzindo "o seu trajeto"? Está preparado? Sabe como chegar onde quer chegar e o que precisa fazer para concluir seu propósito? Se sim, ótimo, quem está à sua volta poderá confiar em você. Se não, fique certo que os palpites dos outros não cessarão. Só cessarão quando finalmente você enxergar que você é responsável pelo seu trajeto/atividade/carreira/sucesso e que você não está sozinho neste caminho. Outros estão com você no mesmo carro/projeto/departamento/empresa/associação, querendo chegar nos seus destinos.
Se você demonstrar que sabe o seu trajeto, eles não precisarão lhe dizer o que fazer, concorda?
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Tudo começa com o problema... Previsões de 4 décadas...
Entre os três primeiros vídeos mostrados abaixo, 44 anos se passaram.
O primeiro, de 1967, mostra um futuro num formato antigo. O futuro se provou muito melhor. O segundo, de 1993, mostra um futuro que é muito parecido com o que é hoje nosso presente. Mas, mais uma vez, o nosso presente é ainda mais cômodo e sofisticado do que a previsão feita. O terceiro, de 2011, mostra um futuro que ainda está por acontecer, onde a informação estará "em todo lugar" e será transferida com máxima facilidade, manipulada com nossos gestos e linguagem falada. Os sistemas como entendemos hoje, especialmente as soluções empresariais, evoluirão extraordinariamente, poupando tempo para usuários e processos distribuídos no mundo...
O que os 3 vídeos têm em comum? Eles mostram pessoas resolvendo seus "problemas diários" com o uso do "canal tecnologia". Será sempre o como fazer uma atividade do dia-a-dia mais fácil e eficaz que determinará o uso universal das aplicações da tecnologia. Será sempre o problema ou intenção das pessoas que determinará a prioridade no desenvolvimento e na adoção destas aplicações. O raciocínio é simples: quanto maior o problema ou intenção, maior será a prioridade...
Vídeo 1: Ano: 1967 Fonte: http://youtu.be/rpq5ZmANp0k
Vídeo 2: Ano: 1993 Fonte: ATT, http://youtu.be/TZb0avfQme8
Vídeo 3: Ano: 2011 Fonte: Microsoft, http://youtu.be/a6cNdhOKwi0
Quer ver mais previsões?
O vídeo 4, de 2006, a seguir, mostra a evolução terráquea numa timeline, e prevê para 2017 o momento em que os computadores escreverão seu próprio software.
Incrível?
Também está previsto que em 2019 os computadores estarão em todo lugar (paredes, roupas, corpos humanos) e que, em 2099, teremos o fim da distinção entre pessoas e computadores. Uau!
Nem toda previsão se transforma em realidade, no tempo e no formato previstos, é verdade, mas pensar que chegará um tempo em que seremos todos, pessoas e computadores, "seres conscientes", choca e, ao mesmo tempo, estimula, não é mesmo? Fato é, que fantástico mundo é este que estamos criando com a nossa inteligência!
Vídeo 4: Ano: 2006 Fonte: http://youtu.be/c1KEFgD6Dtg
O primeiro, de 1967, mostra um futuro num formato antigo. O futuro se provou muito melhor. O segundo, de 1993, mostra um futuro que é muito parecido com o que é hoje nosso presente. Mas, mais uma vez, o nosso presente é ainda mais cômodo e sofisticado do que a previsão feita. O terceiro, de 2011, mostra um futuro que ainda está por acontecer, onde a informação estará "em todo lugar" e será transferida com máxima facilidade, manipulada com nossos gestos e linguagem falada. Os sistemas como entendemos hoje, especialmente as soluções empresariais, evoluirão extraordinariamente, poupando tempo para usuários e processos distribuídos no mundo...
O que os 3 vídeos têm em comum? Eles mostram pessoas resolvendo seus "problemas diários" com o uso do "canal tecnologia". Será sempre o como fazer uma atividade do dia-a-dia mais fácil e eficaz que determinará o uso universal das aplicações da tecnologia. Será sempre o problema ou intenção das pessoas que determinará a prioridade no desenvolvimento e na adoção destas aplicações. O raciocínio é simples: quanto maior o problema ou intenção, maior será a prioridade...
Vídeo 1: Ano: 1967 Fonte: http://youtu.be/rpq5ZmANp0k
Vídeo 2: Ano: 1993 Fonte: ATT, http://youtu.be/TZb0avfQme8
Vídeo 3: Ano: 2011 Fonte: Microsoft, http://youtu.be/a6cNdhOKwi0
Quer ver mais previsões?
O vídeo 4, de 2006, a seguir, mostra a evolução terráquea numa timeline, e prevê para 2017 o momento em que os computadores escreverão seu próprio software.
Incrível?
Também está previsto que em 2019 os computadores estarão em todo lugar (paredes, roupas, corpos humanos) e que, em 2099, teremos o fim da distinção entre pessoas e computadores. Uau!
Nem toda previsão se transforma em realidade, no tempo e no formato previstos, é verdade, mas pensar que chegará um tempo em que seremos todos, pessoas e computadores, "seres conscientes", choca e, ao mesmo tempo, estimula, não é mesmo? Fato é, que fantástico mundo é este que estamos criando com a nossa inteligência!
Vídeo 4: Ano: 2006 Fonte: http://youtu.be/c1KEFgD6Dtg
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