Raciocínio lógico estruturado é a capacidade de entender as ligações entre causas e consequências. Se queremos chegar num ponto A, teremos que:
- enxergar os nossos pontos fracos e fortes
- prever possíveis ameaças e oportunidades que surgirão no caminho
- admitir que vários outros também vão querer chegar no mesmo ponto A ao mesmo tempo que nós
- perceber que dependeremos de outros (pessoas e ferramentas) para chegar até lá
- escolher de quem e do que dependeremos - e a quem ajudaremos
- selecionar a nossa rota
- selecionar as rotas B, C e D ( e os respectivos planos B, C e D)
- certificar-se que seremos notados no caminho (sim, para diminuir os nossos riscos)
- estar preparado e seguro para a caminhada
- dar o primeiro passo, o segundo, o terceiro passo... até o enésimo passo onde teremos alcançado o ponto A.
Quem tem um pensamento lógico estruturado também é capaz de ver o que é vital e o que é dispensável, o que é urgente e o que pode ficar para depois (ou nunca, se for completamente dispensável e não trouxer nenhum valor ao que se quer).
Na venda, vital é o SWOT com foco em venda, o benchmarking, as pesquisas, a definição do público-alvo e o posicionamento verticalizado (as 5 primeiras fases da EV). Tudo o mais (definição de canais de venda, marketing e comunicação, prospecção, contato e compartilhamento, se ficarmos na EV) é consequência de quão perfeita foi a execução dessa engenharia da venda. E é aí que a venda tradicional se perde, já que o foco da execução é concentrado na prospecção e no contato com o cliente, sem o esmero, o cuidado e a "inteligência" da "engenharia" da venda (a base, a construção, o mapa, as rotas..).
Na California, aprendí que devemos ter sempre uma lanterna e um sapato fechado embaixo da cama no caso de sermos acordados com terremotos. Sabe por que? Porque é comum as pessoas cortarem os pés ao correrem pela casa em busca de abrigo quando a terra começa a tremer.. E, com os pés sangrando, fica mais penoso e difícil correr e ajudar a família (e os vizinhos) a se abrigar em lugar seguro, o que aumenta os riscos... Daí a recomendação..
A inteligência na venda é mais do que o sapato embaixo da cama. É a segurança de escolher um lugar onde não há terremotos para viver...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
A diferença entre o bem feito e o perfeito
A diferença entre o bem feito e o perfeito está no quanto inesquecível ou lembrado nosso trabalho será por aqueles que o tenham presenciado.
Um exemplo simples: tirar fotos, todos nós tiramos. Uns melhores, outros piores, todos tiramos. Mas vejam as fotos de Gregory Colbert em Ashes and Snow e presenciem "perfeição". O esmero e a genialidade na temática e na composição das fotos (e do Web site com efeitos sonoros) são simplesmente inesquecíveis..
PS: No site, é dito que esta exposição virá ao Brasil em 2009. Imperdível..
Um exemplo simples: tirar fotos, todos nós tiramos. Uns melhores, outros piores, todos tiramos. Mas vejam as fotos de Gregory Colbert em Ashes and Snow e presenciem "perfeição". O esmero e a genialidade na temática e na composição das fotos (e do Web site com efeitos sonoros) são simplesmente inesquecíveis..
PS: No site, é dito que esta exposição virá ao Brasil em 2009. Imperdível..
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
Somos os responsáveis
Em qualquer situação que decidimos viver, fruto de nossa escolha, há o lado bom e o lado não tão bom.
Somos naturalmente otimistas e, no trabalho, também pensamos mais no lado bom: o batimento das metas, as promoções e o crescimento da empresa. Pouco pensamos nos conflitos, atrasos e fracassos que poderemos encontrar em determinadas situações.
Além de otimistas, somos naturalmente orgulhosos. Nos resultados positivos, sentimo-nos responsáveis. Nos resultados negativos, são outros os responsáveis.
O que nos acontece tem a nossa co-autoria e aceitar a nossa responsabilidade pelos fracassos não antecipados é um primeiro passo importante para o nosso crescimento pessoal.
Mais importante ainda é aceitar a nossa responsabilidade pelo sofrimento que sentimos quando fracassamos.
O sofrimento pode ser muito maior do que o fracasso em sí e é ele que destrói o entusiasmo e a produtividade de um profissional no trabalho (na vida pessoal então, a destruição pode ser muito maior..). Só tomando o sofrimento sob nossa responsabilidade é que teremos a chance de minorá-lo e tratá-lo como apenas um evento dentro da sequência de eventos positivos e negativos que acontecem em nossas vidas.
Só tomando esse sofrimento sob nossa responsabilidade é que poderemos ver com tranquilidade que o que aconteceu faz parte da nossa escolha tanto quanto o maior dos nossos sucessos...
Somos naturalmente otimistas e, no trabalho, também pensamos mais no lado bom: o batimento das metas, as promoções e o crescimento da empresa. Pouco pensamos nos conflitos, atrasos e fracassos que poderemos encontrar em determinadas situações.
Além de otimistas, somos naturalmente orgulhosos. Nos resultados positivos, sentimo-nos responsáveis. Nos resultados negativos, são outros os responsáveis.
O que nos acontece tem a nossa co-autoria e aceitar a nossa responsabilidade pelos fracassos não antecipados é um primeiro passo importante para o nosso crescimento pessoal.
Mais importante ainda é aceitar a nossa responsabilidade pelo sofrimento que sentimos quando fracassamos.
O sofrimento pode ser muito maior do que o fracasso em sí e é ele que destrói o entusiasmo e a produtividade de um profissional no trabalho (na vida pessoal então, a destruição pode ser muito maior..). Só tomando o sofrimento sob nossa responsabilidade é que teremos a chance de minorá-lo e tratá-lo como apenas um evento dentro da sequência de eventos positivos e negativos que acontecem em nossas vidas.
Só tomando esse sofrimento sob nossa responsabilidade é que poderemos ver com tranquilidade que o que aconteceu faz parte da nossa escolha tanto quanto o maior dos nossos sucessos...
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sábado, 12 de setembro de 2009
Não perca de vista o que é mais importante
O que é mais importante para você?
Seu trabalho? Sua missão? Seus resultados? Sua tranquilidade? A qualidade do relacionamento com a sua família? Com os amigos? Com o pessoal da empresa, associações de classe e empresariado? Seus interesses particulares? Seus estudos?
Como cada um desses itens pertubam ou contribuem para os demais?
E qual é a prioridade que você dá aos que lhe são mais importantes?
Seu trabalho? Sua missão? Seus resultados? Sua tranquilidade? A qualidade do relacionamento com a sua família? Com os amigos? Com o pessoal da empresa, associações de classe e empresariado? Seus interesses particulares? Seus estudos?
Como cada um desses itens pertubam ou contribuem para os demais?
E qual é a prioridade que você dá aos que lhe são mais importantes?
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
No dia daquela reunião importante..
Vai ter uma reunião importante hoje? Dicas:
- certifique-se que está preparado para a reunião
- use uma argumentação clara, concreta e importante para o público-alvo
- tenha um mapa mental do rumo que você gostaria de dar à conversa
- esteja tranquilo e receptivo para "realmente" ouvir o outro
- ao falar e ao ouvir, ponha-se no lugar do outro ("olhe através dos olhos dele")
- faça perguntas que ajudem o outro a entender o que ele quer ou precisa daqui a 10 dias, 10 meses e/ou 10 anos (criação da visão)
- não tire a legitimidade da argumentação do outro, mesmo que seja contrária à sua
- tudo é uma questão de tempo, até mesmo a concordância (ou não..) entre vocês
Preparado? Sucesso na sua reunião!
- certifique-se que está preparado para a reunião
- use uma argumentação clara, concreta e importante para o público-alvo
- tenha um mapa mental do rumo que você gostaria de dar à conversa
- esteja tranquilo e receptivo para "realmente" ouvir o outro
- ao falar e ao ouvir, ponha-se no lugar do outro ("olhe através dos olhos dele")
- faça perguntas que ajudem o outro a entender o que ele quer ou precisa daqui a 10 dias, 10 meses e/ou 10 anos (criação da visão)
- não tire a legitimidade da argumentação do outro, mesmo que seja contrária à sua
- tudo é uma questão de tempo, até mesmo a concordância (ou não..) entre vocês
Preparado? Sucesso na sua reunião!
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
O consolo depois do desconsolo
Segundo Lucy Kellaway, numa situação em que nos vemos envolvidos por qualquer tipo de quebra de vínculos (por parte de uma empresa ou por parte de uma outra pessoa), passamos obrigatoriamente por 6 fases:
- negação
- choque
- medo
- raiva
- aceitação
- animação
Para melhor ou para pior, o ser humano se cansa de seu próprio desconsolo e se auto-inicia novamente, dá um "auto-boot" (sobrevivência ou auto-aperfeiçoamento num Darwin psicológico?), procura razões para se animar novamente...
Dependendo do vínculo, vejo que o lado que o cortou também passa pelas mesmas fases, mas em ordem diferente:
- negação
- raiva
- aceitação
- animação
- choque
- medo
O momento da "decisão" (que acontece durante a fase de animação) é visto por muitos como o único momento de "real liberdade" pessoal ou profissional. Mas este momento não é perene. Ele é imediatamente substituído pelos momentos em que o decisor estará preso às consequências da sua decisão. O choque e o medo acontecem quando o decisor vê e entende que nem toda decisão tomada foi (ou é) a melhor que ele poderia ter tomado.
Nova decisão se fará necessária então..
- negação
- choque
- medo
- raiva
- aceitação
- animação
Para melhor ou para pior, o ser humano se cansa de seu próprio desconsolo e se auto-inicia novamente, dá um "auto-boot" (sobrevivência ou auto-aperfeiçoamento num Darwin psicológico?), procura razões para se animar novamente...
Dependendo do vínculo, vejo que o lado que o cortou também passa pelas mesmas fases, mas em ordem diferente:
- negação
- raiva
- aceitação
- animação
- choque
- medo
O momento da "decisão" (que acontece durante a fase de animação) é visto por muitos como o único momento de "real liberdade" pessoal ou profissional. Mas este momento não é perene. Ele é imediatamente substituído pelos momentos em que o decisor estará preso às consequências da sua decisão. O choque e o medo acontecem quando o decisor vê e entende que nem toda decisão tomada foi (ou é) a melhor que ele poderia ter tomado.
Nova decisão se fará necessária então..
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Não há um líder
A personalidade das empresas é a mesma dos seus líderes fundadores.. Quando não é, é sinal de que há 2 (ou mais) empresas em luta dentro de 1.
É fácil identificar a ocorrência dessa briga pelo poder:
- os grupos não se misturam
- as reuniões são repletas de discussões infrutíferas
- a aceitação de um idéia ou projeto depende de quem foi o autor da idéia ou projeto
- as críticas são constantes, mas veladas (nunca são abertamente feitas ao outro grupo)
- os grupos se boicotam
- a empresa não prospera
Pura perda de tempo..
É fácil identificar a ocorrência dessa briga pelo poder:
- os grupos não se misturam
- as reuniões são repletas de discussões infrutíferas
- a aceitação de um idéia ou projeto depende de quem foi o autor da idéia ou projeto
- as críticas são constantes, mas veladas (nunca são abertamente feitas ao outro grupo)
- os grupos se boicotam
- a empresa não prospera
Pura perda de tempo..
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domingo, 6 de setembro de 2009
A importância do contrato psicológico
"A quebra do contrato psicológico é o que faz as empresas perderem talentos."
A afirmação é de Deli Matsuo, Diretor de RH da Google para a América Latina, e mostra o quanto nossas expectativas em relação à empresa que trabalhamos, ao trabalho que desempenhamos, aos chefes a quem nos reportamos, às pessoas com quem convivemos e produzimos e aos recursos que dispomos para essa produção têem relação direta com as decisões que tomamos. Se a realidade não corresponde às expectativas e há a quebra do contrato psicológico, cresce a chance da quebra do contrato real de pessoal.
Manter o equilíbrio entre expectativa e realidade é também uma forma de proteção da credibilidade da empresa.
A afirmação é de Deli Matsuo, Diretor de RH da Google para a América Latina, e mostra o quanto nossas expectativas em relação à empresa que trabalhamos, ao trabalho que desempenhamos, aos chefes a quem nos reportamos, às pessoas com quem convivemos e produzimos e aos recursos que dispomos para essa produção têem relação direta com as decisões que tomamos. Se a realidade não corresponde às expectativas e há a quebra do contrato psicológico, cresce a chance da quebra do contrato real de pessoal.
Manter o equilíbrio entre expectativa e realidade é também uma forma de proteção da credibilidade da empresa.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O que funciona nas apresentações de planos de negócios
Tim Berry é presidente da Palo Alto Software, especialista em planos de negócios e apresentações de planos de negócios, e compartilha no vídeo abaixo o que é mais importante nessas apresentações:
- sumarize;
- organize;
- não memorize;
- mostre o seu diferencial ("the secret sauce", o molho secreto);
- atenha-se ao que é mais importante;
- apresente e enfatize o tamanho do mercado potencial, quem é seu público-alvo e porque eles comprarão de você.
Vejam o vídeo.
- sumarize;
- organize;
- não memorize;
- mostre o seu diferencial ("the secret sauce", o molho secreto);
- atenha-se ao que é mais importante;
- apresente e enfatize o tamanho do mercado potencial, quem é seu público-alvo e porque eles comprarão de você.
Vejam o vídeo.
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