Imagine que o seu celular registre e controle..
.. a sua localização neste exato momento (e em todos os momentos..)
.. os seus roteiros diários
.. as suas paradas diárias
Quem tiver o acesso e o controle dessas informações (operadoras? empresas de software?...) poderá...
.. mapear seus itinerários individualmente
.. mapear os itinerários das massas (grupos não individualizados de pessoas)
.. mapear os itinerários das massas por celular/renda (quanto mais caro o celular, maior seria a renda do proprietário?)
.. vender esses mapeamentos por área e tipo de celular / nível de renda para empreendimentos existentes ou ainda em prospecção
.. contribuir inclusive para a segurança pública
Com quais objetivos...
.. fazer o marketing dos empreendimentos existentes
.. definir a localização para futuros empreendimentos
.. emitir alertas diversos, inclusive alertas de segurança para a evacuação de pessoas em áreas de risco
.. sinalizar a sua localização no caso de situações de risco
Agora imagine o valor destas informações e o potencial de compra e venda deste mercado... Mais ainda, imagine se a Google estivesse se movendo "mineiramente" para passar a oferecer telefones celulares gratuitos com a publicidade pagando as contas..
O que isso poderia representar de oportunidade para a sua empresa de software?
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Imaginando potenciais...
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Aísa
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A história dos BRICs
PS: Note a bandeira do Brasil, junto às bandeiras da Rússia, Índia e China em cima da mesa.
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Aísa
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O que é mais importante para os seus clientes?
Segundo o Ministro da Defesa Nelson Jobim, a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira "não privilegiará preço, mas 2 aspectos fundamentais: transferência de tecnologia e capacitação nacional (produção no país)".
"Toda compra não é um processo licitatório onde é obrigatória a opção pelo menor preço".
O menor preço significa o menor custo direto, mas existem outros custos envolvidos:os indiretos e os de oportunidade. O preço é 1, mas os custos são 3 (já falamos sobre isso aqui), sim. E há também a distância potencial entre os orçamentos (os custos orçados) e os realizados (os custos reais)..
Escolher um fornecedor não é trivial..
Passando da indústria aeronáutica para a de software, uma pergunta para você: quais são os 2 aspectos fundamentais que os seus clientes reais e potenciais priorizam na hora de decidir qual software comprar?
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Aísa
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10:52
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
O poder da verticalização
"Com o crescimento do setor sucroalcooleiro, montamos um modelo de atendimento específico para as usinas. Hoje, elas representam 30% da receita e 40% do número de... beneficiários do nosso plano de saúde". (Lício Cintra, superintendente da operadora São Francisco Saúde)
Pensou que estávamos falando de empresa de software?
Em operadora de plano de saúde ou em empresa de software, a verticalização facilita substancialmente o processo de venda. Por que? Porque cliente potencial precisa - e procura - referências. E quanto mais referências pudermos dar que o espelhem, que se assemelhem a ele, mais facimente ele reconhecerá em nós a competência específica - e diferenciada - para atendê-lo.
A inteligência da venda reside em 2 momentos que devem preceder o contato com os clientes:
1- definição planejada dos nossos públicos-alvo (o que, por sua vez, já deve ser consequência da análise das empresas/produtos/serviços/carteiras e da análise de benchmarking)
2- definição do nosso posicionamento vertical (mais sobre verticalização, aqui)
Não é à toa, que as 4 primeiras fases da Engenharia de Vendas são exatamente estas.
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Aísa
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Brasil, clientes, vendas, offshore
Em "The Impact of the Global Economic Downturn on Outsourcing and Offshoring", o Everest Resarch Institute tece considerações sobre as pressões dos mercados europeu e dos Estados Unidos, os impactos sobre a exportação de serviços e os impactos sobre o mercado doméstico brasileiro. O relatório é de 2009 e algumas conclusões sobre o Brasil e sobre a India são atuais e interessantes:
Sobre os EUA:
- o governo norte-americano terá muita dificuldade para reduzir a contratação de offshore (fornecedores localizados em outros países) pelas empresas de lá;
- grandes empresas como IBM, HP; EDS e Accenture vão continuar a crescer em mercados offshore, reduzindo suas equipes em países desenvolvidos e aumentando-as em países como Brasil e India;
Sobre as preocupações dos clientes:
- os clientes passaram a ter "redução de custos" como principal objetivo e começaram a fazer revisões de preço junto a fornecedores;
- os compradores estão "adiando (e não cancelando) quaisquer projetos que não são críticos para as operações ou iniciativas atuais do negócio";
- os clientes preferirão "output-based pricing" (preço baseado nas saídas, como, por exemplo, preço por fatura processada, servidor suportado, etc.) do que "FTE-centric pricing" (preço de tempo integral equivalente, como, por exemplo, preço do analista ou engenheiro de software por dia). Tal preferência exigirá do fornecedor "maior risco operacional e crescente sofisticação no modelo de custos";
Sobre precificação e vendas a clientes internacionais:
- "fornecedores brasileiros deveriam focar nos princípios básicos das táticas de vendas e oferecer soluções que não são precificadas em termos of equivalentes de tempo integral (FTE) ou baseadas no esforço de trabalho. Esses mecanismos de preço trabalham em favor dos fornecedores indianos com estruturas de baixo custo e preços que não podem ser batidos no Brasil. Soluções brasileiras deveriam usar modelos alternativos de precificação como preço baseado em resultados, preço por unidade, preço por saída, ou mesmo projetos de custo fixo. Além de mudar o foco do cliente para os resultados do projeto no negócio (dele), esses modelos de precificação ajudam a diminuir a tensão de competir diretamente com a India. Entretanto, as proposições de valor devem ser fáceis de entender e obter concordância";
- as propostas para os clientes devem sempre declarar os benefícios em termos de redução de custos;
- "a habilidade do fornecedor de articular a relação custo-benefício determinará a sua credibilidade";
- "fornecedores que podem oferecer soluções inovadoras que aumentem a eficiência das empresas serão sempre bem-vindos nos escritórios dos executivos";
- "para serviços que se relacionam diretamente com a atividade do negócio (processamento de cheques, por exemplo), a maioria dos executivos se tornarão ouvintes atentos quando discutindo estratégias de transição de custos fixos para uma estrutura de custo variável";
- a chave para o novo tempo está em "processos"."A abilidade de treinar o cliente em como mudar processos operacionais e dar-lhe poder de decisão para reduzir o custo total de suporte ao processo será uma oferta vencedora";
Sobre o Brasil:
- o Brasil tem 2 diferenciais competitivos: a diversificação geográfica e as especializações por segmentos ou indústrias. Temos sólida reputação em bancos e telecomunicações e podemos também passar a enfatizar nosso conhecimento nos segmentos de petróleo e recursos naturais;
- também temos reconhecida competência no suporte aos sistemas da SAP;
- um ponto forte no mundo global de hoje é o país "não ser a India". Contratar de outros países que não a India (líder em offshore, mas com problemas como o ataque terrorista em Mumbai, as questões fronteiriças com o Paquistão, a inflação nos salários de TI e o escândalo contábil na Satyam), significa hoje "deversificar riscos";
- o "Brasil não está competindo diretamente com a India mas, melhor, tentando apresentar-se como um complemento" a ela;
- fornecedores brasileiros "deveriam focar nichos que são suficientemente largos para prover crescimento, mesmo que o mercado seja pequeno para ser atendido pela India ou outros mercados globais".
Este é o extrato to texto. Mais? Clique aqui.
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Aísa
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17:59
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Qual é o seu lema atual?
De tempos em tempos, adoto um lema para a minha vida pessoal e para a minha empresa.
O principal benefício da adoção de um lema é definir objetivos 'atitudinais", de "comportamento". Para ser facilmente memorizado e repetido, o lema deve ser curto. E deve nos inspirar a mudar/melhorar, priorizando valores e garantindo a confiança e a persistência de quem o adota para chegar onde quer chegar.
Meu lema atual é "reverta!". Reverter significa voltar, converter e transformar. Significa voltar para recuperar, converter para ampliar, transformar para inovar. Reverter traz implícito o conhecimento das variáveis do momento e a vontade de não perder tempo. Exatamente o que quero: quero velocidade para atingir meus objetivos, mas não quero pressa na convivência com quem participa deles..
E você? Qual seria o seu lema atual? E o da sua empresa?
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Aísa
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21:48
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Quem são os desenvolvidos?
Pessoas, organizações e países trabalham com rankings o tempo todo. Definimos prioridades, fazemos comparações e admiramos os que aparecem em primeiro, tomando-os como exemplos. Agora... o que vocë diria se eu lhe dissesse que a tribo Babemba, na África do Sul, é um exemplo de "desenvolvimento social e relacionamento"? Você pensaria que era uma brincadeira? Então, leia o texto a seguir, transcrito do livro "Perdão", de Gerald Jampolsky (várias referências também podem ser vistas na Web):
"Quando uma pessoa age de maneira irresponsável, ela é colocada sozinha no centro da aldeia. Todos formam um círculo em volta e cada um começa a lembrar de todas as boas ações que o acusado praticou ao longo da vida. Tudo o que é lembrado é descrito em pormenores. Todos os atributos positivos do acusado, suas boas ações, seus pontos fortes e generosidades são ressaltados em benefício dele. Esta cerimônia prossegue até que todos tenham relembrado os feitos dessa pessoa como membro respeitado da comunidade. No final, a tribo começa uma celebração em que a pessoa é acolhida por todos à volta."
Por mais ágeis, competentes, capacitados, produtores de resultados e batedores de metas de vendas queremos, somos e temos de ser, o exemplo de uma tribo sul-africana me faz pensar nos valores básicos que não podemos perder. O perdão é um deles, já que imprevistos sempre acontecem e pessoas capazes também vão errar, vão fazer julgamentos precipitados e definir prioridades equivocadas que poderão nos levar à perda de prazos e negócios.. Esta é a melhor das situações? Não!... Mas podem acontecer, sim, em algum momento.. E, quando isso acontece, o que usualmente fazemos? Julgamos, criticamos, perdemos um pouco ou um muito da confiança que temos em quem errou. Todas as conquistas e vitórias anteriores da pessoa são esquecidas..
Ser desenvolvido socialmente é criar coesão? É fazer com que todos do grupo vivam e trabalhem articuladamente, sabendo exatamente o quanto um beneficia (ou prejudica) os demais? Se sim, os tribais Babemba teem muito a nos ensinar...
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Aísa
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15:29
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Sob a lupa da empatia e da simpatia
Simpatia é a capacidade de ser naturalmente agradável ao outro. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Quando um profissional alia competência a essas duas capacidades (simpatia e empatia), as chances de um presente/futuro promissor são grandes.
A empatia é fundamental para entender e atender o cliente em situações imprevistas. Quanto mais empatia temos, mas criativos podemos ser em sugerir soluções ganha-ganha (para os clientes e também para as nossas empresas) para a resolução dos problemas não antecipados.
E a simpatia dá leveza e graça na relação entre as pessoas, até mesmo no contexto de uma situação potencialmente conflituosa (os imprevistos).
O resultado? O imprevisto se transforma.. De um potencial gerador de perda do negócio, passa a ser mais um exemplo do acerto do cliente em nos ter como fornecedores..
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Aísa
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17:37
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Sabedoria comercial
Comentando a nova leva de produtos de software sendo desenvolvidos para o controle da emissão de carbono, artigo do Valor Econômico de hoje fala que "a sabedoria popular diz que a necessidade é a mãe da invenção" e que "no setor de tecnologia da informação, o ditado já se provou verdadeiro mais de uma vez".
A sabedoria popular diz e a nossa vivência comercial comprova isso no dia-a-dia. Para vender software, sabedoria = desenvolver software que atenda a necessidades específicas e prioritárias de um ou mais segmentos + focar e prospectar prioritariamente o público-alvo que mais pode se beneficiar com ele. Assim, no exemplo do software para controle de emissão de carbono, as perguntas que faríamos se tivéssemos a responsabilidade de fazer a abordagem de venda seriam duas:
- pelas suas características comuns, que setor econômico ou vertical mais precisa controlar sua emissão de carbono?
- que empresas de que vertical mais conseguiriam reduzir seus custos a partir deste controle automatizado?
Mais ainda, coletando métricas de resultado antes e depois da implantação e uso do software, poderíamos então materializar o "benefício" para os clientes. Acumulando as métricas coletadas, poderíamos ter uma boa margem de certeza do quanto (números, fatos!) ele representaria para os nossos clientes reais - e o quanto poderia representar para os nossos clientes potenciais.
Fruto da sabedoria comercial, estes números (as métricas!) se tornariam o nosso principal argumento de venda..
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Aísa
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17:03
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Os reflexos das aquisições e fusões nas áreas comerciais
Com tantas fusões e aquisições entre empresas de software, não é à toa que quem dirige as empresas envolvidas se preocupe, fique ansioso e sofra com o processo. Principalmente se ele estiver ligado à área comercial, que é exatamente a que mais se desgasta em fusões e aquisições.
Por que o desgaste é maior na nossa área? Por pelo menos 4 motivos:
1- Porque o mercado começa a reagir antes mesmo da fusão ou aquisição.. Qualquer suposição de mudança futura é encarada com dúvida.. e, na dúvida, os clientes desaceleram seus processos de compra;
2- Essa desaceleração aumenta com o segredo e a reserva que tradicionalmente se dá no momento pré-fusão ou aquisição. Compreensível do lado das empresas, mas não compreensível para os clientes. Sem ter acesso à informação real, os clientes e o mercado são tomados por especulações (negativas, em sua maioria): "vão acabar com o atendimento e o suporte do produto ou serviço X? vão aumentar os valores de manutenção? a equipe que nos atende vai ser demitida? a regional local vai fechar? eles estão à beira de quebrar?" são exemplos dos comentários.. Quanto mais bem informado o cliente estiver, melhor. A especulação é sempre mais "rica" (pior!) do que a realidade e mina a confiança no fornecedor..
3- Os rumores e especulações também se infiltram nos corredores das empresas em negociação.. A dúvida sobre "quem ficará versus quem será desligado" passa a ser a espinha dorsal de todas as conversas. Não só em termos do capital humano (executivos, gerentes e funcionários), mas também em termos dos processos de trabalho, unidades de negócio e sistemas de informação. Dúvidas e medo minam a produtividade dos associados..
4- A empresa resultante da fusão ou aquisição terá que tomar uma decisão muito importante: que categoria de cliente será prioritária (o que chamamos de "definição de público-alvo"). Muito provavelmente, alguns (ou vários) dos clientes presentes nas carteiras atuais (principalmente da empresa adquirida) "não" terão o perfil definido para a nova empresa... e serão aos poucos descartados. Ok, priorizar clientes é consequência das nossas prioridades e do nosso tempo escasso, mas quanto mais longo for este processo de realinhamento de público-alvo e descarte, maior será o desgaste para todos. "Grandes problemas exigem soluções rápidas"..
Num processo de aquisição e fusão será importantíssimo que a equipe comercial seja capaz de fechar negócios com novos e significativos clientes (os chamados clientes de referência) - e caberá à área comercial um esforço extra para que isso aconteça o mais rapidamente possível! A divulgação desses fechamentos será fundamental para que a confiança dos mercados interno e externo seja readquirida.. e o desgaste da área comercial tenha um fim..
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Aísa
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16:03
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Felicidade = maior produtividade?
Estar do lado de quem amamos, conversar com quem admiramos, dar uma gargalhada com gosto numa conversa animada. São essas horas que nos energizam e nos dão ainda mais foco nas posteriores horas de trabalho.. Por que? Porque queremos ser mais bem-sucedidos no que fazemos para podermos ter mais dessas felizes horas com quem amamos..
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Aísa
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19:57
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Previsões do futuro
Final e início de ano é tempo de ler previsões de todo tipo. Há as previsões que dizem o que já acontece hoje (não são previsões..) e há as previsões que lemos mais de uma vez, pela visão e interesse que despertam.
Uma dessas previsões bem interessantes é o relatório "Next 5 in 5" da IBM. Em 2009 (veja também as previsões de 2006, 2007 e 2008), o foco deixa de ser nas inovações para "pessoas" e passa a ser o da inovação para "centros urbanos" (que afetam a forma como vivemos).
Seguem as previsões para o período entre o final de 2009 e final de 2014:
1- Mapas geográficos de saúde: com base em prontuários eletrônicos da população, serão gerados mapas para a preparação e prevenção do alastramento de epidemias nas cidades. Estes mapas indicarão como as doenças estarão se espalhando (que regiões serão as próximas a serem infectadas) e serão compartilhados com hospitais, escolas e locais de trabalho;
2- Integração inteligente dos sistemas de água, luz, gás e esgotos: os sistemas de água, luz, gás e esgotos serão interligados e terão sensores que pouparão recursos e permitirão prognósticos para antecipar imprevistos. Através de sensores e alertas, será possível consertar antes de quebrar;
3- Baterias auto-carregáveis: os meios de transporte rodoviário terão baterias mais auto-suficientes na geração de energia;
4- Controle de "água": haverá um maior e mais inteligente sistema de controle de água para prevenir disperdícios (vazamentos de canos, uso descontrolado da água pela população, etc.);
5- Prevenção de acidentes e criminalidade: modelos matemáticos e de software serão capazes de predizer possíveis incêndios e atos de violência. Políciais, bombeiros e ambulâncias poderão responder a crises antes mesmo que elas aconteçam..
Com o uso intensivo de tecnologia, o prognóstico antecederá a correção. (Pensando assim, que outros distúrbios urbanos poderíamos pensar para inovar?)
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Aísa
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Viajando na América
Sabe os totens que nos permitem fazer o check-in em voos no Brasil? Eles vão evoluir para o que ví hoje no JFK Airport, em NY. Não tirei foto pela correria do embarque, mas os totens daqui permitem que você passe sua ID pessoal para, imediatamente, mostrar a relação das pessoas com quem você está viajando (olha o cruzamento de banco de dados!) e emitir o seu "boarding pass" e os dos seus acompanhantes de uma vez só! Nada de prévio check-in pela Internet, nada de cartão fidelidade, nada de emissão por pessoa. Basta sua ID ou passaporte e.. voilá.. todo o seu grupo está com os "boarding passes" na mão! Muito legal!
(Esse procedimento é feito se você tiver mala para despachar também: a diferença é que os funcionários das companhias aéreas ficam um pouco mais à frente para pesar as malas e lhe dar os comprovantes de envio.)
Falando em voos aereos, a tentativa do nigeriano no voo para Detroi é só o que se vê nos noticiários. Obama foi transparente e rápido, cobrando dos órgãos competentes mudanças imediatas nos procedimentos de controle dos passageiros. É a segurança do país, é a segurança dos passageiros (nós!) também.. Ver um presidente falando sobre os "erros sistemáticos" na operação, ao invés do tradicional "não sei de nada, não ví nada, não fomos responsáveis" faz muito bem à inteligência global. Um presidente que fala a verdade demonstra o valor da verdade!
Mudança de procedimentos, não ví. Era muito cedo para ver, de qualquer forma. Viajei de NY a DC com garrafa de água comprada no aeroporto (já no prédio da United Nations em NY uma garrafinha de água foi confiscada na entrada), com mochila e netbook. Voos internos são menos estressantes, embora aquela coisa de mandar tirar os sapatos cada vez que passamos pela segurança seja muito inconveniente (pense em casais de idosos tirando os sapatos em pé..).
Mais tecnologia? Com os scanners de corpo, mais intensivamente veremos a tecnologia sendo utilizada para prevenir males e ataques humanos..
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Aísa
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Tecnologia nos esportes
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Aísa
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Google dá WiFi
Estou nos Estados Unidos para o final de ano e vou aproveitar para escrever algumas postagens daqui, ok?
O que me chamou a atenção nesses 2 primeiros dias? Fora ver a loja da Apple na 5th Ave (Nova York) entupida de gente e os netbooks vendendo feito água nas lojas de eletrônicos, parece que não basta apenas desenvolver e lançar novos produtos e serviços, inovar e ser líder. Empresa que quer ser realmente grande também investe no desenvolvimento das cidades! É o que a Google faz quando dá acesso gratuito ao WiFi e divulga isso nos aeroportos (Miami, abaixo)..
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Aísa
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Como definir o preço do seu software
Com o tempo, a experiência e o reconhecimento da dinâmica do mercado, está ficando mais fácil definir parâmetros práticos que ajudem na definição do preço de software - o seu em relação ao dos seus concorrentes.
A matriz comparativa de apoio à definição de preço de software que discutimos nos cursos da EV (e que pode substituir aquele longo questionário que vemos quando fazemos pesquisas sobre o assunto) tem continuamente evoluído e se encontra no momento como a seguir (sugestões?):Os valores em reais? Este será um "dever de casa" de vocês, a partir dos parâmetros acima. E, como a matriz é comparativa, saber os preços dos concorrentes diretos ou, na falta destes, substitutos, será a base fundamental do estudo de definição de preço.
Sucesso!
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Aísa
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Mudaram as formas de demonstrar insatisfação
O que o cliente faz quando está insatisfeito? Liga para a empresa.. ou, se a insatisfação for muito grande, não liga e nem quer mais ouvir falar sobre a empresa, certo?
Mas vamos prosseguir com o cliente que quer continuar sendo nosso cliente (bom para nós, vendedores!) - e tenta ligar para a empresa:
- liga uma, duas vezes
- é transferido de pessoa a pessoa
- não consegue uma resposta aceitável
- não obtém um retorno
Em outros tempos, a insatisfação iria terminar por aí. O máximo que aconteceria seria ele falar mal da empresa para os familiares, amigos, companheiros de trabalho. E, certamente, falaria poucas e boas para os vendedores da empresa da próxima vez que eles entrassem em contato para.. vender... (as vendas futuras sempres arcam com as consequências do serviço presente, não é mesmo?)
Mas agora mudaram as formas de demonstrar insatisfação.. Descontente, o cliente coloca uma mensagem no Twitter com link para o perfil do fornecedor (que também estará lá), falando sobre a insatisfação. Não satisfeito, tenta enviar uma mensagem direta para o fornecedor, mas não consegue. Manda uma mensagem direta para o perfil de um jornal ou revista (que também estará lá), falando sobre o que aconteceu. Dependendo da gravidade, o assunto sai na mídia. Milhares (mais?) de pessoas leem sobre o problema..
O fornecedor? Lê sobre o problema também no jornal ou na revista, quando o mal já está feito.. No caso, 6 males:
- a execução do serviço com problemas
- a inexistência de um canal rápido e eficaz de atendimento ao cliente
- a demora na resposta ao cliente
- os problemas no gerenciamento dos pontos de contato com o cliente (atendimento telefônico e mídias sociais)
- os problemas na gerência da conta
- a propagação desses problemas
Decididamente, perdemos tempo (e dinheiro) porque não queremos perder tempo. Planejar, organizar e estar à disposição para o atendimento podem prevenir esses males e evitar essas perdas...
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Aísa
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Inovações "surgem" de problemas
O que é mais importante para melhorar a educação e incentivar a inovação no Brasil? Ensinar mais matemática e computação a crianças, jovens e adultos? Ou ensiná-los a "resolver problemas"?
A maioria de respondentes norte-americanos à já famosa pesquisa Newsweek-Intel Global Innovation Survey escolheu a primeira opção. Os chineses? A segunda. E nós, o que vamos escolher?
Considerando que a inovação "surge" a partir de problemas - e como Keith Sawyer diz em Group Genius, “com frequência, é somente depois da inovação ter ocorrido que todos entendem o que aconteceu" - a base forte de matemática e computação é muito importante, mas a habilidade de gerar abordagens criativas para a solução de problemas é efetivamente "fundamental"...
Não é exatamente a partir do reconhecimento de problemas ainda não resolvidos que surgem as reais inovações?
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Aísa
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
A viagem do ego
Como tudo na vida, nosso ego deve ter limites. Dentro dos limites, ele é positivo: dá-nos assertividade, auto-confiança e entusiasmo, faz-nos gostar de nós próprios. Fora dos limites, no entanto, ele é negativo: transforma-nos, distancia-nos dos outros, gera a rejeição dos demais.
Quanto mais vivemos, maior é a consciência das limitações do ego inflado. Definitivamente, não será ele que nos permitirá entender quem nos rodeia nem nos permitirá evoluir como profissionais e seres sociais..
Por que?
Para o ego ilimitado, ele próprio é o que mais importa! Quem o tem, se vê como melhor, mais inteligente, mais versado, mais bem-sucedido, e não admite que alguém o contradiga ou tenha uma opinião diferente da dele. Para o ego ilimitado, não há prepotência, só o reconhecimento da superioridade que ele pensa ter..
O pior do ego ilimitado é o não reconhecimento da realidade: a realidade que podemos e temos tanto a melhorar... Somos preparados? Sim, mas podemos ser mais se nos prepararmos mais. Somos inteligentes? Sim, mas podemos aprender mais, inclusive com cada um daqueles que temos a oportunidade de encontrar. Todos são inteligentes e preparados? Não necessariamente, mas aí está uma oportunidade que temos de contribuir para o bem-comum...
Como o ego inflado se vê "pronto, superior e perfeito", conclui que nele não há o que melhorar.. Mais ainda, o ego ilimitado se isenta do bem comum, não participa, pensa que os outros não precisam dele e que ele não precisa dos outros.. e se isola cada vez mais... E, quanto mais sozinho em sua sala ele fica, mais intransigente se torna..
Quanto engano..
Conhece pessoas que "viajam no ego"? Tristemente, eu também. Não permitem ser ajudados diretamente, não admitem que precisam de ajuda. Falar sobre isso? Não funciona.. O que melhor podemos fazer por eles é demonstrar a alegria diária do entusiasmo pelo trabalho e pela vida e a tranquilidade contínua do ego sob controle...
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Aísa
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12:19
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